Prezado @LulaOficial,
Quando o conheci pessoalmente nos meus 18 anos de idade, você acabava de completar seus 35. De lá para cá, o mundo mudou. Porém, o orgulho de tê-lo como companheiro no ABC Paulista, continua o mesmo. #FelizAniversarioPresidenteLula
Há 81 anos, em 27 de outubro de 1945, nascia Luiz Inácio Lula da Silva. O menino que deixou o Nordeste ainda criança, trabalhou como torneiro mecânico e se tornou uma das principais lideranças do movimento sindical brasileiro chega ao aniversário em 2026 com um feito histórico. Reeleito presidente dois dias antes, Lula se prepara para iniciar seu quarto mandato à frente do Palácio do Planalto, tornando-se o primeiro octogenário a exercer a Presidência da República no Brasil.
A vitória de Lula nas urnas está revestida de uma simbologia profunda. Entre os fatores que contribuíram para a virada de Lula no segundo turno, destaca-se o apoio entusiasmado de uma parcela do eleitorado que o acompanhou durante praticamente toda sua vida e que no segundo turno se mobilizou fortemente para elegê-lo: os idosos.
As memória das transformações sociais e da conquistas populares vividas pelo Brasil durante os primeiros governos Lula foi fundamental para impulsionar a onda de apoio dos idosos à reeleição do petista. A política de valorização do salário mínimo instituída pelos governos petistas ampliou os rendimentos das aposentadorias e pensões vinculadas ao piso previdenciário. O Estatuto da Pessoa Idosa pavimentou o caminho para ampliação de direitos. E o Farmácia Popular ampliou o acesso a medicamentos para doenças crônicas que afetam especialmente a população idosa, como hipertensão, diabetes, osteoporose e doença de Parkinson.
Informações ventiladas pela própria equipe de Flávio Bolsonaro, sugerindo cortar programas sociais e desvincular o reajuste das aposentadorias do salário mínimo, assustaram o eleitorado. Às vésperas do segundo turno, uma onda de vídeos de filhos, netos e familiares jovens levando seus parentes mais velhos às urnas causaram comoção e viralizaram nas redes sociais. A participação alta desse público ajudou a reverter a desvantagem de Lula primeiro turno.
O apoio de idosos à reeleição de Lula é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link:
operamundi.uol.com.br/pensar…
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Losing an election is not grounds for asylum.
Yet the Trump Administration is giving Flávio Bolsonaro safe haven in the United States. In Brazil, he is under investigation for alleged corruption, money laundering and currency evasion, and was ordered to surrender his passports.
The Trump Administration owes Congress answers on its role helping Bolsonaro flee Brazil in contravention of Brazilian law.
apnews.com/article/brazil-fl…
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“foi”
Não usar o verbo FUGIR é canalhice.
Aliados de Flávio dizem que ele já foi para os EUA
www1.folha.uol.com.br/poder/…
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Os aliados de Flávio dizem que reter o passaporte dele um dia depois de perder a eleição passa o recado que ninguém deveria ousar concorrer contra Lula.
Discordo.
Pra mim, a mensagem é outra: "olha... a gente viu - e todo mundo sabe - que você é um bandido de merda, mas, como você era candidato desde sempre, fizemos vista grossa para não parecer marmelada. No entanto, agora que você levou uma surra de toalha molhada nas urnas, achamos melhor voltar a trabalhar antes que você fuja que nem o vagabundo do seu irmão".
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Depois do Lula, amador vencedora dessa eleição é sem dúvida a Adriana Araújo.
Pqp! Que esculacho foi esse.
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“a PF do Lula”
Ele é muito escroto. É assim que eles dominam a cabeça da galera fraca das ideias.
Mas se ele não ia fugir pq tá revoltado?
Ele só esqueceu de falar nesse vídeo que está sendo investigado pela PF e que o sócio dele já fugiu.
"Quanto a ela (Constituição), discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca. Traidor da Constituição é traidor da pátria. Temos ódio à ditadura. Ódio e nojo. Amaldiçoamos a tirania onde quer que ela desgrace homens e nações. Principalmente na América Latina."
(Ulysses Guimarães, na promulgação da Constituição em 5 de outubro de 1988)
#Eleições2026
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We chose to give love one more chance ⭐️
This was my lede from last week. @LulaOficial gets one more dance:
In the final days of his final campaign, supporters of the Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva turned to a British classic. David Bowie and Queen’s 1981 hit, “Under Pressure,” became the soundtrack of a viral video showing scenes from the eighty-year-old Lula’s half century in politics. Here was the humble trade unionist, born into extreme poverty, standing up as a fiery-eyed tribune of the workers. “Can’t we give ourselves one more chance?” the song implores, over clips of a younger, scraggly-bearded Lula rallying the people, casting his vote in the ballot box, and winning elections. “Why can’t we give love that one more chance?” we hear as the song crescendoes, amid footage of Lula mobbed by ecstatic crowds, kissing the Brazilian flag, and embracing a kaleidoscope of his countrymen, from red-shirted throngs in São Paulo to Indigenous leaders from the Amazon. Then there’s an older Lula, back on the streets after being freed from prison for what his allies always believed were unjust corruption charges, and mobilizing opposition to Brazil’s far right in defense of the country’s democracy. The song subsides: “This is our last dance.”






















