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Joined June 2010
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How “Lula’s Army” gained an algorithmic advantage over the right-wing trolls that dominated Brazil’s social media for years. newyorker.com/news/the-lede/…
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A violência contra os povos indígenas precisa acabar! Estou na Reserva Indígena Taquaperi, em Coronel Sapucaia (MS), com a força-tarefa do governo federal, ao lado do ministro dos Povos Indígenas, @luizeloyterena , da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello,
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⚠️ IMPORTANTE: Governo Federal divulga canais oficiais para denúncias de violência contra povos indígenas.
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📰Indígenas cobram Lula por demarcações até 2030 diante da violência Organizações indígenas cobram demarcação de todas as terras até 2030 e pedem medidas urgentes para proteger comunidades ameaçadas pela violência. correiobraziliense.com.br/br…
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O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, anunciou nesta quinta-feira (29) a criação de uma força-tarefa interministerial para receber denúncias, apurar os casos e identificar os responsáveis pelas ameaças de envenenamento contra povos indígenas de Mato Grosso do Sul. As ameaças ocorreram após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. #ProtejamNossosPovosIndigenas
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🏹 O Povo Yanomami celebra o resultado das urnas! "Você nos colocou no centro das decisões sobre a nossa terra e trouxe de volta o sonho da floresta viva", escrevem os Yanomami em carta ao @LulaOficial. Eles pedem para, juntos, subirem a rampa. socioambiental.org/noticias-…
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Quem abastece os aviões do garimpo ilegal na Amazônia? aeromagazine.uol.com.br/amp/…
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📰 Violência contra Guarani Kaiowá se intensifica após eleições, diz organização Comunidades denunciam assassinatos, ameaças e incêndio de casa de rezadeira de 90 anos; Anistia Internacional cobra ação das autoridades correiobraziliense.com.br/br…
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Mato Grosso do Sul - Um incêndio destruiu uma casa de reza da comunidade indígena Guarani Kaiowá, na região de Jaguapiré, em Tacuru, na manhã desta quinta-feira (29). A suspeita inicial é de que o fogo tenha sido causado por um curto-circuito em uma panela elétrica, mas a causa ainda é investigada. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) enviou um representante ao local para apurar as circunstâncias do incêndio. A proprietária do imóvel, que é rezadora tradicional, suspeita que o fogo tenha sido provocado por intolerância religiosa. Segundo ela, as chamas destruíram a residência e os objetos utilizados em suas práticas religiosas. O caso é investigado pela Polícia Civil. Segundo uma liderança indígena que acompanha o caso, os prejuízos causados pelo incêndio ainda não foram calculados. A causa do incêndio ainda é investigada. Até o momento, não há confirmação de que o fogo tenha sido criminoso ou motivado por intolerância religiosa. Saiba mais no #g1. #g1matogrossodosul #indígenas #incêndio #intolerância #notícias
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VIOLÊNCIA CONTRA POVOS INDÍGENAS | Comunidades originárias do Mato Grosso do Sul relataram uma escalada de violência após o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. O cenário foi denunciado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), que acionou o governo federal. Na quarta-feira (28), as deputadas federais Sônia Guajajara (PSOL-SP) e Célia Xakriabá (PSOL-MG) protocolaram um ofício cobrando providências dos ministérios da Justiça e dos Povos Indígenas, do Ministério Público Federal (MPF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, informou que o governo federal criou uma força-tarefa junto aos ministérios dos Direitos Humanos e da Igualdade Racial para mapear denúncias de ameaças e violência contra comunidades indígenas, quilombolas e povos de terreiro no Mato Grosso do Sul e restante do Brasil. O MS está entre os estados com a maior população indígena no Brasil e está entre os principais focos nacionais de disputa fundiária, com destaque para os confrontos envolvendo povos indígenas e da etnia guarani-kaiowá em áreas reivindicadas como terras tradicionais. #JornalOGlobo #protejamnossospovosindígenas
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Após o resultado das eleições presidenciais no domingo (25), indígenas da etnia Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul fizeram denúncias de casos de violência que envolvem tentativas de assassinatos e até ameaça de envenenamento da água da comunidade. Leia: trk.ebc.com.br/lwXSI
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🏹🏹 QUE AS FLECHAS VOEM🏹🏹 Sigam @/exercitodospovosindigenas AGORAAA Entrem no canal do Exército dos Povos Indígenas🏹 para acompanhar as missões e convidem TODO MUNDO 📱📲📱📲 🚨💥ELES LUTARAM CONOSCO E POR NÓS NO ⭐@/exercitodolulaoficial⭐ links 👇🏻
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Uma onda de denúncias envolvendo ameaças, agressões, atropelamentos e ataques contra povos indígenas passou a mobilizar organizações indígenas e órgãos públicos após o segundo turno das eleições presidenciais. A situação ganhou força principalmente em Mato Grosso do Sul, onde comunidades Guarani Kaiowá e Terena relataram intimidações, manifestações racistas e até uma ameaça de envenenamento da água utilizada por indígenas. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) levou os relatos ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e outros órgãos federais, pedindo investigação e proteção às comunidades. Em Tacuru, o MPF abriu apuração sobre áudios com ameaças e cobrou providências da prefeitura. Um servidor municipal chegou a ser afastado enquanto o episódio é investigado. O Ministério dos Povos Indígenas também acionou a Polícia Federal, e a Força Nacional foi autorizada a atuar em apoio à Funai na proteção de comunidades ameaçadas em Mato Grosso do Sul. O problema, porém, ultrapassa um único município. Segundo levantamento apresentado pelo Governo Federal, 45 casos de possível violência política envolvendo 47 vítimas passaram a ser acompanhados após o segundo turno. Entre as ocorrências relatadas estão agressões, atropelamentos, disparos e mortes. O governo informou que três das vítimas fatais eram indígenas e atribuiu as denúncias a episódios envolvendo apoiadores de lados opostos da disputa eleitoral — fatos que continuam sob investigação. É justamente por isso que informação responsável também é parte da proteção. Em Naviraí, por exemplo, imagens de uma tentativa de duplo homicídio circularam nas redes como se mostrassem indígenas assassinados por motivação política. O MPF verificou que o caso não tinha relação étnica ou eleitoral. Denúncia falsa precisa ser corrigida. Ameaça verdadeira precisa ser investigada. E violência contra povos indígenas nunca pode ser tratada como consequência “normal” de uma eleição. Divergência política não autoriza racismo, perseguição, ameaça ou violência. Neste momento, proteger as comunidades, registrar denúncias, preservar provas e cobrar investigação séria é mais importante do que alimentar boatos.
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