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Joined March 2026
O mercado de criptoativos não se resume a Bitcoin e Ethereum. Novas blockchains Layer 1 buscam desenvolver infraestruturas capazes de atender a diferentes demandas de aplicações descentralizadas. A Sui é um exemplo dessa evolução. Sua arquitetura é baseada em objetos digitais e foi projetada para permitir o processamento paralelo de transações independentes. A rede também utiliza a linguagem de programação Move, desenvolvida para a criação de aplicações com foco na segurança e no gerenciamento de ativos digitais.
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Um veículo listado, como o Valour SUI, negociado no Brasil sob o ticker VSUI39, permite acessar a exposição ao SUI por meio da infraestrutura tradicional do mercado de capitais, sem precisar comprar e custodiar diretamente o criptoativo. Para o investidor, isso representa uma forma de acompanhar uma tese ainda em desenvolvimento por meio de um produto negociado em bolsa. Por outro lado, projetos em estágios iniciais de adoção podem apresentar maior incerteza, volatilidade e riscos tecnológicos e competitivos.
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Investir em uma nova Layer 1 exige olhar além da narrativa: é importante acompanhar a atividade da rede, o desenvolvimento do ecossistema, a demanda por aplicações e a capacidade de transformar inovação tecnológica em uso real. defi.tech/brasil
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Investir em criptoativos por meio de um produto listado em bolsa envolve uma estrutura diferente da compra direta de criptomoedas. Em um ETP de cripto negociado na B3, o investidor compra e vende o produto por meio de uma corretora, em reais, seguindo os procedimentos do mercado de capitais. A liquidação financeira e a transferência dos ativos seguem os processos operacionais da infraestrutura de mercado.
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A custódia também funciona de maneira diferente da autocustódia. Em vez de administrar diretamente uma carteira digital e suas chaves privadas, o investidor mantém o produto em sua conta de investimentos, enquanto os ativos que dão lastro ao ETP são administrados conforme a estrutura de custódia definida para o veículo. Essa organização permite acessar a exposição a criptoativos dentro do ambiente tradicional de investimentos, sem precisar gerenciar diretamente uma carteira on-chain.
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É importante lembrar que a negociação em bolsa não elimina os riscos. O investidor continua exposto às oscilações do ativo subjacente, além de riscos relacionados à estrutura do produto, à liquidez e aos custos envolvidos. Entender como funcionam a negociação, a liquidação e a custódia é um passo importante para avaliar as diferentes formas de acessar o mercado de ativos digitais.
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Comprar cripto em uma exchange ou pela B3: quais são as diferenças? O acesso ao mercado de criptoativos pode acontecer por diferentes caminhos, e entender como cada um funciona é essencial para tomar decisões mais informadas. +
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Horário de negociação: exchanges de criptoativos operam, em geral, 24 horas por dia, sete dias por semana. Na B3, as negociações seguem os horários e o calendário definidos pela bolsa para o mercado em que o ativo está listado. +
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Não existe uma única forma de acessar o mercado cripto. Conhecer as diferenças entre as modalidades ajuda a compreender suas características, seus custos e suas particularidades operacionais antes de investir. @ValourFunds @DigitalStillman @DEFTIndex defi.tech/brasil #defitechnologies #criptoativos #B3 #ETPs #educaçãofinanceira
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A Solana está ganhando espaço entre investidores tradicionais, impulsionada pelo avanço da tokenização de ativos, das stablecoins e de novas aplicações da tecnologia blockchain no mercado financeiro. +
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Em artigo publicado na EXAME, Andrew Forson, TEP, presidente da DeFi Technologies, analisa os fatores que colocam a rede no radar do mercado e sua aproximação com as finanças tradicionais. No Brasil, o acesso ao ativo também avança por meio do VSOL39, ETP de Solana da Valour negociado na B3. +
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O Brasil assumiu o topo do ranking no mais recente índice global de adoção cripto da Chainalysis, reforçando a maturidade do mercado local e o crescimento acelerado dos ativos digitais no país. Em análise publicada pelo BitNotícias, Andrew Forson, TEP, presidente da DeFi Technologies, analisa esse avanço e destaca como o país aponta tendências para o cenário global, integrando cada vez mais os ativos digitais à estrutura financeira tradicional.
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A discussão sobre blockchain está cada vez mais saindo do campo da negociação de ativos e chegando a uma questão mais ampla: como movimentar valor de forma rápida, eficiente e em escala?
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E essa infraestrutura também começa a se conectar ao mercado financeiro tradicional. Por meio da Valour, a DeFi Technologies oferece produtos de investimento relacionados a ativos digitais. Entre eles está o VSOL, listado na B3 e que oferece exposição ao Solana.
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