O nome de Sigmund Freud anda lado a lado com o de grandes pensadores como Charles Darwin e Karl Marx, que desvendaram, todos eles, territórios ainda inexplorados do conhecimento, propiciando novas perspectivas acerca do funcionamento do indivíduo e da comunidade humana. Entre 🧶
os três, Freud é o mais recente, e iluminou a comarca adormecida, desprezada e recalcada do inconsciente. Em “Freud e a Literatura” mostro como o pai da psicanálise bebeu intensamente da fonte produtiva de vários escritores e de outros, assim como Proust, que falaram das 🧶
Em “Freud e a Literatura" mostro que o pai da psicanálise partiu da tentativa de esclarecer o processo criativo do artista em textos como “O poeta e a fantasia” para se perguntar em seguida sobre o efeito da obra de um escritor sobre os leitores, chegando até mesmo ao esboço de🧶
inventar para sobreviver, se torna cada mais importante no mundo de hoje. Sobretudo diante de um conhecimento mais e mais pasteurizado por processos de inteligência artificial, que apenas levam às últimas consequências uma “inteligência” que desde sempre trabalhou com aquilo 🧶
Em "Freud e a Literatura" proponho, entre outras coisas, uma inversão da abordagem tradicional, e olho como literato para o texto analítico de Freud, já que este olhou como analista para tantos textos literários. E o faço sem os instrumentos interpretativos típicos do 🧶
Com a devida vênia, a extrema direita desde sempre só soube cagar pela boca. Quando governa, é essa merda que vemos nos EUA (que lapada!), vimos no Brasil e estamos vendo, por ainda bem pouco tempo, na Argentina.
“Freud e a Literatura” vai além de Sófocles, Shakespeare e Dostoiévski. Por que Heinrich Heine, o grande poeta alemão, deixava Freud tão encantado? Por que Musil e Nabokov tinham ressalvas a Freud, se também tentavam compreender a alma humana? Cito até escritores como 🧶
A extrema direita é ridícula. E desprovida de qualquer criatividade. De qualquer autenticidade. Copiam. Ridiculamente. Seus hinos são pastiches patéticos do comunismo, reciclados posteriormente por joguinhos virtuais e funkeiros cariocas.
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O Brasil já melhorou sem as bets! Que não voltem nunca mais.
Hoje, o STF realiza uma audiência pública sobre as bets. Esse debate diz respeito ao futuro da nossa sociedade.
De um lado, há quem defenda os interesses de empresas que lucram com o sofrimento do povo. Do outro, está a sociedade civil, que luta para proteger as famílias e a vida de milhões de brasileiros e de brasileiras.
É hora de ocupar esse debate, pressionar e deixar claro: a proteção do povo brasileiro precisa estar em primeiro lugar.
Bets nunca mais!
Dos 34 convidados pelo ministro Luiz Fux para a audiência “pública” no STF sobre as bets, 22 são a favor da volta das apostas. Isso porque representantes do governo só foram convocados após pressão da AGU para tentar trazer um mínimo de equilíbrio ao debate. A população está atenta e não será passada para trás! #BetsNuncaMais
Este livro é o resultado de um trauma vencido. Um trauma que me deixou calado por anos. Parecia não fazer sentido escrever quando havia um fascismo a combater. E, no prefácio, eu tento compreender os fundamentos deste trauma e digo, entre outras coisas: "Quando foi, então, 🧶
Dilma foi golpeada, como resultado de um “grande (e mais do que espúrio) acordo nacional”, sob os gritos de um deputado do baixo clero, com 27 anos de inoperância política, que dedicou seu voto à memória do coronel Brilhante Ustra, um torturador e assassino, seviciador de 🧶







