PELEJA (@PELEJA) header
PELEJA (@PELEJA) profile picture

Conteúdo sobre o futebol que ninguém fala, mas que todo mundo vê.

Joined April 2017
Pinned Tweet
Como um hacker destruiu o império do Manchester City Por quase 10 anos, o Manchester City dominou o futebol inglês, empilhando títulos, batendo recorde atrás de recorde em receitas e fazendo compras milionárias. Mas quando a esmola é demais, o santo desconfia. Nesse episódio do Ponto a Ponto, o PELEJA te explica como um hacker expôs milhares de documentos confidenciais, revelou as relações políticas mais profundas do futebol mundial e mostrou como o domínio do City foi baseado em contratos falsos e crimes financeiros. #ManchesterCity #PremierLeague #Hacker #PFA #Economia #Geopolítica #PELEJA
3
23
100
3,274
Jogadores do Atlético Grau entraram em campo vestindo uma camisa que aparentava estar manchada. A iniciativa do clube busca promover a reflexão e alertar para a necessidade de prevenção diante do fenômeno meteorológico El Niño. Em 2017, Piura, cidade peruana onde o clube está sediado, foi uma das regiões mais afetadas pelas enchentes provocadas pelo El Niño, que deixaram milhares de pessoas desabrigadas. Usada na partida contra o Universitario pelo Campeonato Peruano, a camisa traz uma marca em tom de barro que chega à altura do peito, representando o nível alcançado pela água durante o desastre, de cerca de 1,5 metro. A campanha usa a memória da tragédia para conscientizar a população sobre a importância da prevenção e da preparação para o novo episódio do fenômeno, previsto para atingir o país nos próximos meses, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia do Peru. Como parte da ação, o Estádio Miguel Grau, casa do Atlético Grau, será ponto de arrecadação de alimentos, roupas e outros suprimentos para famílias que podem ser afetadas. #AtléticoGrau #Peru #CamisaDeTime #ElNiño #CriseClimática #MeioAmbiente
1
19
764
Hoje, o escudo e a camisa parecem inseparáveis. Basta olhar para o peito de um uniforme para procurar o símbolo do clube. Mas nem sempre foi assim. Durante boa parte da história do futebol, cores, listras e formas eram suficientes para identificar uma equipe, mesmo quando ela já possuía um emblema institucional. Os clubes não começaram a história do futebol ostentando seus escudos nas camisas. Os escudos nasceram ligados à tradição dos brasões usados por cidades, famílias e instituições. Quando o futebol começou a se organizar no século XIX, muitos clubes aproveitaram símbolos locais, animais, construções ou elementos das organizações que lhes deram origem. Mas isso não significava que esses desenhos aparecessem necessariamente nas camisas. Nos primeiros anos do esporte, o uniforme tinha uma função principalmente prática: diferenciar os jogadores em campo. Por isso, cores e padrões eram mais importantes do que um distintivo bordado no peito. Essa mudança não aconteceu ao mesmo tempo em todos os países. No Brasil, diversos clubes já usavam distintivos nas primeiras décadas do século XX. Na Inglaterra, algumas equipes tradicionais demoraram até os anos 1950, 1960 ou 1970 para incorporar seus símbolos de maneira regular aos uniformes. Com o crescimento das competições e do mercado de produtos esportivos, o escudo ganhou outra importância: ele deixou de aparecer apenas em documentos, bandeiras e instalações e passou a identificar camisas vendidas aos torcedores. O uniforme também se transformou em uma forma de carregar o clube para fora do estádio. Só que, depois de décadas consolidando seus escudos, alguns clubes começaram a fazer o caminho contrário. Em determinadas camisas, o brasão completo desaparece e deixa espaço para uma estrela, um pássaro, três letras, um canhão ou qualquer outro elemento capaz de identificar aquela equipe sem precisar mostrar todo o desenho. Isso acontece porque alguns símbolos ganharam força suficiente para funcionar sozinhos. O Arsenal usa o canhão, a Roma recupera a Loba, o Vasco entra em campo com a cruz e o Palmeiras já recorreu à Cruz de Savoia algumas vezes. Cada escolha, porém, nasce de uma história diferente. O Manchester United oferece um dos exemplos mais claros dessa transformação. O pequeno diabo com um tridente, hoje reconhecido imediatamente como símbolo do clube, nasceu de um apelido. A expressão “Red Devils” (Diabos Vermelhos) foi incorporada à identidade do United durante a era do técnico Matt Busby. O diabo foi incluído posteriormente no escudo completo, ao lado do navio associado à cidade de Manchester. Décadas depois, passou a aparecer sozinho em camisas alternativas. Em vez de mostrar toda a composição institucional, alguns uniformes usam apenas o personagem que já se tornou sinônimo do clube. A terceira camisa de 2026/27 segue essa lógica. No Liverpool, a relação é ainda mais antiga. O Liver Bird pertence à história da própria cidade e existia muito antes da fundação do clube. O pássaro só chegou à camisa em 1950 e passou a aparecer regularmente nos uniformes durante a década seguinte. Em 1968, o Liverpool adotou uma versão mais simples, com o pássaro bordado diretamente no tecido e as letras “L.F.C.” abaixo. Foi justamente esse símbolo que acompanhou algumas das equipes mais vitoriosas da história do clube durante as décadas de 1970 e 1980. No Flamengo, a ausência do escudo completo é ainda mais natural. O clube possui um brasão listrado, mas suas camisas tradicionais costumam carregar apenas o monograma “CRF”. As três letras entrelaçadas atravessaram gerações e se tornaram uma assinatura tão reconhecível quanto qualquer escudo. Essa história começa antes mesmo do futebol. Fundado em 1895 para a prática do remo, o Flamengo já utilizava símbolos ligados à atividade náutica. Quando o futebol entrou na instituição, anos depois, diferentes emblemas passaram a conviver dentro do mesmo clube. Na terceira camisa de 2026, o Flamengo trocou o CRF pelo antigo escudo do remo, com uma âncora e referências à origem da instituição. O Cruzeiro segue uma lógica parecida, mas com uma constelação. As cinco estrelas do Cruzeiro do Sul passaram a fazer parte da identidade do clube em 1942, quando o antigo Palestra Itália mudou de nome durante a Segunda Guerra Mundial e adotou o azul e branco. Com o tempo, as estrelas deixaram de precisar da moldura circular do escudo. Aplicadas diretamente sobre a camisa azul, passaram a identificar o Cruzeiro de maneira imediata. O Botafogo também consegue contar sua história retirando elementos do escudo atual. A Estrela Solitária veio do antigo Club de Regatas Botafogo, enquanto o Botafogo Football Club utilizava originalmente um monograma com as letras “BFC”. As duas instituições se uniram em 1942. Da fusão nasceu o escudo atual, com a estrela branca ocupando o centro de um fundo preto. Como o próprio brasão já é extremamente simples, as camisas especiais do Botafogo costumam fazer outro movimento: em vez de simplificar, voltam ainda mais no tempo. Manchester United, Liverpool, Flamengo, Cruzeiro e Botafogo mostram que retirar o escudo de uma camisa pode significar coisas completamente diferentes. O que é certo é que as camisas destes 5 clubes e de outros gigantes do futebol brasileiro e mundial estão entre as ofertas dos 11 dias do 11.11 da Netshoes, com camisas e chuteiras com até 70% de desconto, além de cupom de até 15% OFF e descontos no PIX. As condições estão disponíveis em netshoes.com.br. #Escudos #Símbolos #Semiótica #CamisaDeTime #CamisaDeFutebol
30
2,012
O Pagodão Baiano é o ritmo que dita a atmosfera do Barradão, casa do Vitória. Dentro e fora do estádio, ele acompanha o torcedor em todos os momentos. O PELEJA foi até Salvador conhecer essa festa e mostra, em um episódio da série Subculturas, como tudo isso acontece. #Vitória #ECVitória #Barradão #Salvador #Bahia #Pagodão #Cultura
4
26
2
188
5,104
José Ángel Iribar, ex-goleiro do Athletic, de 83 anos, e Inaxio Kortabarria, ex-zagueiro da Real Sociedad, de 76, voltaram a entrar em campo carregando a bandeira basca. Cada um segurava uma ponta. Em San Mamés, os jogadores de Athletic e Real Sociedad formaram um corredor para receber os antigos capitães. No meio do gramado, outra bandeira estava emoldurada. Era a que Iribar e Kortabarria haviam levado a campo antes de um clássico em 1976, quando exibi-la em público ainda era proibido na Espanha. A bandeira se chama ikurriña. Os irmãos Luis e Sabino Arana, militantes do nacionalismo basco, a desenharam em Bilbao, em 1894, para a Biscaia, província onde fica a cidade. Com o tempo, a bandeira de fundo vermelho e cruzes verde e branca passou a aparecer em festas, associações e atos públicos de outros territórios bascos, inclusive na França. Quando o primeiro governo basco adotou a ikurriña, em 1936, ela já era reconhecida muito além de Bilbao. Em San Sebastián, cidade da Real Sociedad, um torcedor podia se identificar tanto com aquela bandeira quanto o vizinho que torcia pelo Athletic. Cada clube tinha suas cores. A bandeira pertencia aos dois lados. Durante a ditadura de Francisco Franco (1939 - 1975), o governo espanhol reprimiu expressões públicas da identidade basca, entre elas o uso do euskera, a língua da região. A exibição da ikurriña também foi proibida. Franco morreu em novembro de 1975, mas, um ano depois, quem saísse à rua com a bandeira ainda podia ser abordado pela polícia. Já havia uma mobilização para que os bascos recuperassem o direito de exibi-la quando Josean de la Hoz Uranga, jogador da Real Sociedad, teve uma ideia. Em 5 de dezembro de 1976, seu time receberia o Athletic no estádio de Atotxa, em San Sebastián. Os dois times poderiam entrar juntos com a bandeira. Uranga sequer havia sido relacionado para o jogo. Como as lojas não vendiam ikurriñas, pediu à irmã, Ane Miren, que costurasse uma. A caminho de San Sebastián, a polícia revistou seu carro e o liberou sem encontrar a bandeira. Dali, conseguiu passá-la da rua diretamente para o vestiário da sua equipe por uma janela. Já no vestiário, a bandeira ficou escondida na bolsa do massagista. Cerca de uma hora e meia antes da partida, Uranga e Kortabarria procuraram o Iribar. Ele quis saber se todos os jogadores da Real concordavam e pediu tempo para consultar seus companheiros. O capitão do Athletic, só aceitaria se a decisão fosse unânime. Embora a bandeira fosse nas mãos dos capitães, os demais jogadores entrariam logo atrás, de rosto descoberto, com os uniformes pelos quais a torcida, a imprensa e a polícia os conheciam. Todos concordaram. Kortabarria e Iribar subiram ao gramado com a ikurriña aberta entre eles e os companheiros em duas filas. A arquibancada aplaudiu. Uranga contou que viu gente chorando e que, na volta ao túnel, dois policiais o advertiram de que aquilo não ficaria impune. Dentro de campo, a Real Sociedad venceu por 5 a 0. A mobilização continuou fora do estádio. Em 16 de janeiro de 1977, prefeitos de cidades bascas pediram ao governo espanhol a legalização da bandeira. Três dias depois, na véspera da festa de San Sebastián, a ikurriña foi hasteada na antiga prefeitura da cidade. Em 1979, suas cores foram reconhecidas no Estatuto de Autonomia do País Basco. Dentro de campo, já houve até título espanhol em disputa. Em 1982, a Real Sociedad precisou vencer o Athletic na última rodada para conquistar o bicampeonato e ganhou por 2 a 1. Nas duas temporadas seguintes, o campeão foi o Athletic. Por quatro anos seguidos, a taça ficou no País Basco, dividida igualmente entre os rivais. Foi diante dessas duas torcidas que Iribar e Kortabarria voltaram a abrir a ikurriña em 2026. Em Atotxa, estádio da Real Sociedad demolido em 1999, seus companheiros haviam entrado atrás deles para assumir, à vista de todos, o risco de exibir a bandeira. Em San Mamés, os jogadores que herdaram aquelas camisas abriram caminho para os dois passarem. #AthleticBilbao #RealSociedad #PaísBasco #Espanha #Ditadura
3
73
2,567
O Bayer Leverkusen foi fundado em 1904 por funcionários da empresa alemã Bayer e mantém uma forte ligação com a farmacêutica até hoje. O clube foi um dos protagonistas da temporada 2023/24 da @Bundesliga_DE, quando conquistou o título alemão de forma invicta e teve campanhas marcantes em outras competições europeias.
1
26
1,899
O PELEJA foi até a cidade do Bayer 04 para conversar com pessoas que viveram de perto essa conquista histórica e te conta mais sobre isso no documentário “O pacto de Leverkusen”: youtu.be/Qmx8Y5WgmIA?si=12kq…
4
757
O designer de moda sul-africano @_ThebeMagugu_ apresentou o MAGUGU FC: Women’s League, projeto que reúne onze mulheres da cena musical e do entretenimento da África do Sul para lançar uma camisa inspirada no futebol. O esporte aparece principalmente no ensaio fotográfico, que retrata a expectativa das “jogadoras” antes de uma partida importante. O uniforme é uma camisa unissex em amarelo-manteiga, com detalhes em preto, combinada com um lenço de cabeça da mesma cor. A Nike integra projeto como parceira oficial de calçados e equipamentos técnicos. Entre as modelos participantes estão as artistas Count Lupa, KMAT, DJ Cndo, DBN GOGO, Mamthug, Baby Whitz, Kitso, AN.D, TNXBK, Likkylks e Tumi Moliko. Thebe Magugu lançou sua marca em Joanesburgo, em 2016, e usa a moda para explorar a história, a identidade e a memória cultural africanas. Dessa vez, encontrou no futebol uma forma de mostrar que a coletividade de uma equipe também pode abrir espaço para o estilo individual. “O futebol tem sua própria linguagem, seus próprios códigos de vestimenta, seus próprios rituais e uma extraordinária capacidade de unir as pessoas”, disse o designer. #MAGUGUFC #Design #Moda #Música #ÁfricaDoSul #CamisaDeFutebol
1
8
1,173
Mattheus Montenegro, presidente do Fluminense, fez um discurso durante a audiência pública do Supremo Tribunal Federal (STF) que discutiu a suspensão da Medida Provisória que proibiu as casas de apostas on-line no Brasil. Em sua participação, que durou aproximadamente 10 minutos, ele destacou os dramas familiares provocados pelo endividamento: “Eu ouvi muito se falar sobre drama. O drama das famílias, o drama do endividamento. E isso é verdade. O Fluminense não nega isso.” Na sequência, porém, o dirigente defendeu que os impactos sobre os empregos no futebol também deveriam ser considerados. “Existe também o drama do desemprego. O que os clubes vão fazer se a receita acabar? Eu já vi muitas vezes a Suprema Corte discutir a ponderação de princípios, mas aqui, neste caso, infelizmente, nós teremos que fazer a ponderação entre os dramas”, afirmou. “O drama de uma família endividada não pode ser maior do que o drama de uma família que vai ter que sofrer os efeitos do desemprego, que é o que vai acontecer na cadeia do futebol, especialmente das agremiações menores, com base nessa perda de receita”, continuou Montenegro, referindo-se aos possíveis efeitos da MP. #MattheusMontenegro #Fluminense #STF #MedidaProvisória #Bets
2
2
1
14
1,852
A polícia turca conseguiu frustrar um suposto plano de assassinato contra Cem Gölbaşı, líder da Genç Fenerbahçeliler (GFB), uma das maiores torcidas organizadas do Fenerbahçe. Cinco homens apontados como integrantes da organização criminosa Daltonlar foram presos e encaminhados ao Tribunal de Istambul. Durante a operação, diversas armas foram apreendidas. Segundo relatos da imprensa local, o grupo viajou de diferentes cidades turcas até Istambul com o objetivo de realizar um ataque armado contra Gölbaşı. Informações divulgadas pela agência estatal de notícias turca, DHA, apontam que os homens fizeram um reconhecimento dos arredores do estádio do clube como parte dos preparativos, mas desistiram da ação devido às condições desfavoráveis no local. Em depoimento divulgado, um dos cinco investigados afirmou que entrou para a Daltonlar por meio das redes sociais e aceitou realizar o ataque em troca da promessa de ser levado clandestinamente para a Europa. Ele também confessou que o alvo seria Gölbaşı, no dia do dérbi entre Fenerbahçe e Galatasaray, disputado em 26 de outubro. O líder da GFB, por sua vez, já esteve envolvido em casos polêmicos relacionados a crimes como roubo e sequestro. Segundo a investigação policial, o plano teria sido ordenado por Yusuf Can Gungor, conhecido como “Robin”, que também teria ligações com a Daltonlar. O caso chama atenção das autoridades para a possível relação entre organizações criminosas e disputas de poder envolvendo torcidas organizadas na Turquia. #CemGölbaşı #GençFenerbahçeliler #Fenerbahçe #Turquia #TorcidaOrganizada #Polícia
18
2,070
A França enfrenta uma onda de manifestações por melhorias nos serviços públicos. O PELEJA te explica o contexto histórico e social por trás desse comportamento e como ele se manifesta no futebol francês. peleja.com.br/torcidas/ultra… #Manifestação #Protestos #França #Paris #Política
2
14
1,303
Milton Cunha afirmou que cresceu admirando o futebol brasileiro pela dimensão artística e cultural do jogo, mas disse que a homofobia presente nas arquibancadas impediu que se entregasse completamente à paixão pelo esporte. Em entrevista ao UOL, relembrou o impacto de jogadores como Pelé e Garrincha durante a infância. O carnavalesco disse que enxergava no futebol elementos de arte, antropologia, sociologia e luta de classes, mas que o linguajar usado por torcedores o fazia se sentir excluído. “Eu fiquei admirando a arte do futebol, mas eu não entrei nele, porque ele é muito excludente”, afirmou. Milton, que passou parte da infância na Ilha de Marajó e cresceu em uma família ligada ao Tuna Luso, disse que a experiência nas arquibancadas contrastava com o fascínio que sentia pelo jogo. “Esse discurso intelectual de que não é excludente, ele não é praticado na prática dos estádios. Os estádios são ferozes”, disse. #MiltonCunha #Carnaval #Homofobia #HomofobiaNoFutebol #Arquibancada
12
173
2,981
Torcedores do Cruzeiro fizeram uma grande festa para recepcionar as jogadoras do clube em Belo Horizonte, depois da conquista inédita da Libertadores Feminina. O saguão do Aeroporto Internacional de Confins foi tomado por bandeiras de organizadas do time, instrumentos musicais, sinalizadores e gritos de “é campeão”. Byanca Brasil, camisa 10 da equipe, foi carregada pelos torcedores enquanto erguia o troféu da Libertadores. Todas as atletas usavam a medalha dourada. A comemoração também tomou as ruas da cidade, com um cortejo que seguiu até a sede do clube, no Barro Preto. Na final, disputada no estádio Casa Blanca, em Quito, no Equador, as Cabulosas derrotaram o Corinthians nos pênaltis por 5 a 4, depois de um empate por 4 a 4 no tempo normal. Com o resultado, conquistaram pela primeira vez o título da competição. Além do troféu, o Cruzeiro garantiu uma premiação de 2 milhões de dólares (cerca de R$ 10 milhões). O presidente do clube, Pedro Lourenço, parabenizou as jogadoras pela conquista histórica e afirmou que vai repassar parte do prêmio às atletas como reconhecimento. #Cruzeiro #Libertadores #LibertadoresFeminina #Comemoração #FutebolFeminino
4
49
561
5,077
Pelé e Maradona “voltaram a jogar” no México. Com suas camisas e transformados em esqueletos, os dois reapareceram no país onde conquistaram suas últimas Copas do Mundo. Ao lado de outros grandes nomes do futebol, participaram de um reencontro preparado em Coyoacán, na Cidade do México para o “Día de los Muertos”. Segundo as tradições, entre o fim de outubro e o começo de novembro, os mortos retornam por um período ao mundo dos vivos para visitar seus familiares. Para recebê-los, as famílias preparam alimentos, montam altares e colocam flores e velas nos caminhos entre as casas e os cemitérios. Os preparativos seguem costumes transmitidos entre gerações e mantêm a presença dos mortos na vida da comunidade. A celebração do “Día de los Muertos” se formou ao longo de séculos, com o encontro entre as práticas religiosas dos povos originários mexicanos e o calendário católico trazido pelos europeus. Nas comunidades indígenas, a época também coincide com o encerramento do ciclo anual de cultivo do milho. A relação entre a colheita, as famílias e as crenças sobre a morte faz parte desses rituais. As festas indígenas dedicadas aos mortos foram proclamadas patrimônio cultural imaterial em 2003 e passaram a integrar a lista representativa da UNESCO em 2008. No Brasil, o Dia de Finados acontece em 2 de novembro, data da comemoração católica dos Fiéis Defuntos. O dia anterior é dedicado a Todos os Santos. No México, as homenagens também incluem essas datas, mas podem começar ainda em outubro e seguir costumes diferentes conforme a região. Em grande parte da tradição popular mexicana, o primeiro dia de novembro é reservado às crianças falecidas, chamadas de “angelitos”. O segundo é dedicado aos adultos. Cada comunidade tem suas práticas, e as homenagens podem se estender por vários dias. Os altares, conhecidos como “ofrendas”, são preparados com objetos e alimentos ligados a quem será recebido. Uma fotografia identifica a pessoa homenageada e comida lembra seus gostos. Para as crianças, podem aparecer doces e brinquedos. Para os adultos, pratos e bebidas que costumavam consumir. Segundo a tradição, a água sacia a sede das almas, e as velas iluminam o caminho. As flores de cempasúchil, amarelas e alaranjadas, ajudam a orientar os visitantes pela cor e pelo aroma. Os elementos do altar fazem parte da recepção e recuperam lembranças de quem morreu. Preparar uma receita, escolher uma fotografia e contar a uma criança quem aparece naquele retrato também são formas de transmitir histórias familiares. O Instituto Nacional dos Povos Indígenas do México descreve a oferenda como um reencontro com a memória e com a vida dos mortos. Os clubes mexicanos também passaram a participar dessas celebrações. Referências ao “Día de los Muertos” apareceram em camisas, números e cerimônias nos estádios. Em 2018, o Pumas apresentou uma peça dourada com desenhos de ossos sob o emblema. Os jogadores usaram a camisa durante a cerimônia do hino, antes de enfrentar o Cruz Azul. Em 2020, o Pachuca lançou um uniforme laranja e preto inspirado no cempasúchil, com referências ao Xantolo, celebração dos mortos na região. Em 2024, o Chivas colocou números comemorativos nas camisas e organizou homenagens no Estádio Akron. As homenagens também abriram espaço para os torcedores que morreram. O clube de Guadalajara recebeu fotografias enviadas pelas famílias e as colocou em um altar ao lado das imagens de antigos jogadores. Em 2023, o Cruz Azul exibiu fotos de ídolos e familiares nas telas do Azteca, no intervalo de uma partida. Foi dentro dessa tradição que Pelé e Maradona apareceram como esqueletos em Coyoacán. Inaugurada em 27 de outubro de 2023, do lado de fora do Palácio de Cortés, a oferenda monumental daquele ano foi dedicada às lendas do futebol. A montagem reuniu 16 figuras feitas pelo artesão local José San Martín García Durán, conhecido por seu trabalho com papelão. Vestidos com suas camisas, os personagens ocupavam um cenário que recriava uma partida, com referências ao Estádio Azteca e ao Olímpico Universitário. Maradona apareceu no gesto da “Mão de Deus”, o gol feito com o braço contra a Inglaterra na Copa de 1986. Pelé dividia o espaço com Alfredo Di Stéfano, Johan Cruyff e Antonio “La Tota” Carbajal, goleiro mexicano que disputou cinco Mundiais. Pelé e Maradona tinham uma ligação particular com o México. O Azteca recebeu as finais das Copas de 1970 e 1986, vencidas por Brasil e Argentina, nesta ordem, com seus respectivos camisas 10. As conquistas dos dois também faziam parte das lembranças dos mexicanos que acompanharam aqueles torneios. Dois anos depois, outra cidade mexicana voltou a reunir os jogadores. Em 29 de outubro de 2025, Tlaquepaque, na região de Guadalajara, inaugurou um altar com Pelé no centro, acompanhado por Maradona e Carbajal. Durante a preparação para a Copa de 2026, Pelé e Maradona foram homenageados entre flores, velas e esqueletos de outros craques. No México, onde conquistaram suas últimas Copas, os dois voltaram a dividir um campo, dessa vez numa celebração que recebe os mortos para manter vivas suas histórias. #Pelé #Maradona #DíaDeLosMortos #México #Cultura
1
25
1,820
O PELEJA mergulhou no mercado editorial das camisas dos clubes mexicanos para traçar um paralelo com o trabalho realizado no futebol nacional, analisando como o vestuário esportivo brasileiro pode explorar melhor a riqueza cultural e histórica local de cada instituição: peleja.com.br/moda/camisas-c… #CamisaDeTime #CamisaDeFutebol #LigaMX #México #Cultura
6
1,406
Em comunicado, Lucy Bronze fez um apelo por proteções mais rigorosas contra o uso indevido da inteligência artificial para manipular a imagem de jogadores de futebol. A lateral-direita do Chelsea e da seleção inglesa descreveu essa prática como "perturbadora", afirmando que ela "pode tirar o controle que uma pessoa tem sobre sua própria imagem e identidade". “Como atletas, trabalhamos duro para construir confiança com nossos torcedores e sermos um exemplo positivo para os jovens. Quando a tecnologia é usada para criar conteúdo falso que parece real, isso pode ser prejudicial não apenas para a pessoa envolvida, mas também para todos que veem e compartilham o conteúdo”, destacou a jogadora. Bronze apoia a campanha “My Name, My Face” (Meu Nome, Meu Rosto), que pede ao governo britânico a criação de uma legislação específica sobre direitos de imagem e personalidade. “Precisamos garantir que as pessoas, especialmente mulheres e meninas, estejam protegidas desse tipo de abuso”, completou a jogadora no comunicado. #LucyBronze #Chelsea #FutebolFeminino #IA #InteligênciaArtificial
2
2
24
2,193
Em matéria no site, o PELEJA já explicou como o uso da IA tem tornado mais frequentes os casos de sexualização e assédio virtual contra jogadoras. A reportagem parte de um bug no "FIFA 27" que fez atletas mulheres aparecerem de roupa íntima no game. Acesse o conteúdo completo: peleja.com.br/comportamento/…
1
3
710