Indicadores da sociedade moderna degenerada.
10mn de explicação soberba...
youtu.be/8xZe8zR14bE?is=JBn_…
Replying to @AlmaCafe_PT
youtu.be/SAN5CKbZnD0?si=6Utj…
As consequências culturais do regime fiat
Só isso!???? E o resto!? A regulação insana, as taxas infinitas, a dívida pública e a inflação...??!!!
Replying to @AfonsoJFG
Caro Afonso. Se és uma pessoa de Bem, e pq existem soluções de facto, vão aqui....
A verdade é que o nosso sistema político, económico e institucional simplesmente já não funciona.
Na minha perspetiva, a remigração não é apenas uma resposta aos problemas demográficos e migratórios. É também o ponto de partida para repensar e reestruturar profundamente o nosso sistema económico, a Segurança Social, o mercado de trabalho e as nossas instituições democráticas, preparando Portugal para a segunda metade do século XXI.
Sem remigração, não há futuro. Com Remigração vamos ser um país sério e próspero novamente!
O problema não é o artista Luís Neves, é o pote de 140 mil milhões.
O problema não é saber se Luís Neves é um artista, um pecador ou apenas mais um oportunista. O problema é existir pote, o saque fiscal.
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Um pote de saque que já ronda 140 mil milhões de euros por ano – qualquer coisa como 12,5 mil euros por cada português, incluindo receptores e pagadores de impostos – para estes últimos deve ser substancialmente mais, pois os primeiros vivem à conta dos segundos, como é o caso Luís Neves e Luís Montenegro.
E depois fingimos surpresa quando à volta deste oceano de dinheiro confiscado aos pagadores líquidos de impostos - os idiotas do país - aparecem políticos, empresários, intermediários, consultores, fundações, institutos, assessores e toda a fauna especializada em transformar impostos alheios em rendimento próprio.
O Estado Social democrático é uma gigantesca máquina de redistribuição coerciva. Uma máquina destas selecciona inevitavelmente quem melhor domina a arte de conquistar o poder: demagogos com sorriso televisivo, oportunistas profissionais e máquinas partidárias que vivem da propaganda e prometem distribuir aquilo que previamente retiraram aos outros.
Por isso, é quase cómica a indignação periódica dos mesmos órgãos de propaganda perante cada novo “caso”. Querem acabar com os artistas? Acabem com o palco. Querem acabar com a corrida ao pote? Esvaziem o pote.
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Sem milhares de milhões confiscados para distribuir politicamente, desaparece grande parte do incentivo para capturar ministérios, concursos, subsídios e contratos públicos.
É precisamente isso que propõe o Partido Libertário: cortar 80 a 90 mil milhões de euros de despesa pública, fechar quase todos os ministérios e devolver o dinheiro a quem o ganhou.
Nesse mundo, os Luís Neves da vida deixariam de interessar e de existir; curiosamente, também desapareceria grande parte da indignação da propaganda.
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