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A igreja não vencerá a guerra cultural pq ela não foi chamada para isto. A igreja foi chamada para ser o ponto de resistência, uma contra-cultura. Ser uma alternativa e não uma guerrilheira. A grande responsabilidade da igreja não é vencer a guerra cultural, mas ser fiel a Jesus!
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PRECISAMOS PARAR DE CONFUNDIR
Fé cristã c conservadorismo político
Universidade c lugar de vagabundo
Programas sociais c sustento d preguiçoso
Justiça social com comunismo
Ser pró-vida c ser fundamentalista
Ser de direita c ser fascista
Defesa da família c homofobia
Após a vitória de Lula, vi uma grande influenciadora com tom elitista fazendo declarações abjetas e preconceituosas contra pobres, trabalhadores e nordestinos por terem votado no Lula. A cristã demonstrou uma postura de superioridade, como se o voto de quem escolheu outro candidato tivesse menos valor. Uma total falta de respeito, hombridade e amor. Felizmente, houve retratações. Espero sinceramente que tenham sido sinceras.
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Nikolas é o que é: talvez o produto mais bem-sucedido do sequestro da fé evangélica pela extrema-direita brasileira.
Mas os monstros criados pela instrumentalização política da religião acabam se voltando contra seus próprios criadores. A bancada evangélica perdeu protagonismo para o PL, multidões passaram a ouvir o político com mais devoção do que escutam seus pastores, e muitas igrejas hoje são reconhecidas mais por suas posições ideológicas do que pela mensagem que pregam.
Yago Martins experimentou essa inversão de autoridade. Bastou tentar lembrar a Nikolas, na condição de pastor, um princípio da fé cristã para se tornar alvo do deputado. É o resultado de uma deformação que parte das próprias lideranças evangélicas ajudou a produzir: a autoridade religiosa passou a valer apenas enquanto estiver subordinada à lealdade política.
Há, porém, uma contradição que Yago precisa enfrentar. Pouco antes do segundo turno, declarou voto em Flávio Bolsonaro, considerando Lula um mal maior, apesar das graves controvérsias que cercam a trajetória política do candidato bolsonarista. Sua escolha revela até que ponto o antipetismo pode se sobrepor aos critérios éticos que ele próprio reivindica como pastor.
Agora, quando tenta reafirmar a autoridade da fé diante da arrogância do poder político, descobre que ajudou a fortalecer uma criatura que já não reconhece limites.
Quem ajudou a semear essa confusão entre fé e extremismo político não pode se surpreender com a colheita.
Resta aos seus criadores a difícil tarefa de tentar devolver os monstros à caixa de Pandora. O problema é que, uma vez soltos, eles já não obedecem a quem os criou.
A vitória de Lula não é mérito exclusivamente seu, mas, sobretudo, do povo brasileiro, que se mobilizou diante dos riscos do extremismo político. É por isso que o “L” feito com a mão se tornou, para muitos, um símbolo que ultrapassa a figura de Lula e representa algo muito maior: a defesa da democracia e das liberdades fundamentais que a sustentam.
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Como funciona a dissonância cognitiva que faz os seguidores do bolsonarismo acreditarem que a família Bolsonaro só tem gente honesta e que estão sendo perseguidos por uma ditadura comunista
O golpismo compõe o ethos dos Bolsonaros, que creem que a nação lhes deve. Assim, se não vencem por vias legítimas, buscam tomar à força. O 8 de janeiro foi assim, o assédio aos comandantes das Forças Armadas foi assim, e agora a fuga e a carta recente, também publicada e editada, o são. O que Flávio Bolsonaro fez foi expor não apenas sua covardia ao fugir para os EUA, mas revelar o que muitos negavam: o golpismo.
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Vou falar como criminalista, e sem rodeio: a responsabilidade pelo que aconteceu hoje é de Flávio Bolsonaro. De mais ninguém.
Não foi uma suposta perseguição que o colocou num avião rumo aos EUA. Foi uma escolha.
O STF mandou entregar o passaporte em 24 horas. Uma ordem simples, a mais branda das medidas cautelares. Ele não entregou. Saiu do país dois dias depois de perder a eleição, levando a família, sem avisar nem os próprios aliados.
Quem passou anos falando em lei e ordem, em respeito às instituições, em "bandido tem que pagar", na primeira ordem judicial dirigida a ele, virou as costas.
E é bom lembrar: o próprio irmão anunciou publicamente que ele deveria sair do país se perdesse. Não foi impulso. Foi um plano anunciado.
Eu defendo réus há anos. Sei o que é presunção de inocência e defendo esse princípio até o fim. Mas presunção de inocência se exerce dentro do processo, com defesa técnica, enfrentando a acusação. Quem confia na própria inocência fica e prova. Quem foge troca o tribunal pelo discurso.
E tem o peso do cargo. Um senador da República, que ainda recebe do contribuinte, que pediu o voto de milhões de brasileiros pra presidir o país, não pode tratar uma decisão judicial como sugestão. O exemplo que ele dá é claro: a lei vale pros outros.
Se havia algum excesso na decisão, o caminho existia: recurso, habeas corpus, imprensa, tribuna do Senado. Ele tinha tudo isso. Escolheu a fronteira.
O processo não acaba com a fuga. Só espera. E cada dia fora do país é mais um argumento que ele mesmo entrega contra si.
Fugir de responder a um possível processo criminal diz muito sobre quem foge.
Você pode discordar do Tarcísio e de sua agenda, mas é preciso reconhecer sua civilidade, hombridade e postura democrática. Ele foi um dos quatro que sugeriram que Flávio ligasse para Lula e reconhecesse sua vitória; contudo, o voto foi vencido e a ala extremista prevaleceu. Nesse vídeo, ele se mostra um estadista, alguém que poderia ter garantido uma vitória à direita.
Graças a Deus não foi! 🙌🏻
Se for da vontade de Deus e do povo brasileiro, vamos construir pontes, não muros. Vamos construir um Brasil para todos os brasileiros!
Obrigado a todos vocês que me acompanharam e me apoiaram nessa jornada. Nossa luta é por cada um de vocês!
O Brasil vai vencer!
Vote 2️⃣2️⃣🇧🇷
#SegundoTurno
#FlavioPresidente
#Bolsonaro2026
#ForaPT
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Acho que Deus deixou bem claro, pela 2ª vez, que essa associação da igreja com bolsonarismo não é da vontade dele.
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Cristão com percepção de que o governo Lula limita a liberdade religiosa e a consciência cristã não sabe o que é ser cristão antibolsonarista.
Vocês se sentem ameaçados por nada e não percebem o quanto vocês cerceam a liberdade religiosa e a consciência cristã dos outros.
Sabe o que é bizarro? Ver bolsonaristas cobrando que Lula abra seus sigilos, mas não fazendo a mesma cobrança a Flávio. O sensato seria cobrar transparência dos dois. Mas o que mais recebo são argumentos de que Lula, mesmo abrindo seus sigilos, continua sendo ladrão. O estranho não é desconfiarem de Lula. É não desconfiarem de Flávio apesar das controvérsias envolvendo a loja de chocolates, das compras de imóveis em dinheiro vivo e das questões relacionadas ao Banco Master etc.
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chamaram o PASTOR PRESIDENTE da IGREJA para assediar minha tia e ameaçar afastar ela do ministério porque ela disse que não ia votar no flávio bolsonaro. uma senhora que congrega a mais de 30 anos! é esse o nível da sujeira que estamos enfrentando
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🚨COMPARTILHA COM GERAL | A máscara de Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro caiu diante do Nordeste inteiro!
“Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a ser conhecido.” - Mateus 10:26
Há oito anos, morria Eugene Peterson, um dos autores cristãos que mais admiro. Em tempos de pressa, superficialidade e espetacularização da fé, seu legado continua nos lembrando que seguir Jesus não é buscar notoriedade, mas cultivar, dia após dia, uma longa obediência na mesma direção.
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Nenhum bolsonarista tá conseguindo me explicar o que Flávio Honesto Bolsonaro perderia em aceitar o desafio de Lula, sendo que no documento também tem inclusive o banco e telefone de Lulinha e Janja...
Alguém sabe me dizer qual a desvantagem pra Flávio Bolsonaro?
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Não pode:
evangélico de esquerda.
Parece que pode:
evangélico bêbado, evangélico em orgia, evangélico violento, evangélico estelionatário, evangélico abusador, evangélico miliciano, evangélico sonegador, evangélico sem empatia, evangélico contra direitos humanos.
É estranho a fé cristã utilizar o texto bíblico para justificar o desprezo ou a violência contra pessoas. Em 1 Reis 18, Elias não apenas ridiculariza os profetas de Baal, mas também os mata. Ao ignorar o contexto, não se legitima apenas o escárnio, mas o assassinato de opositores. Contudo, esse não é o sentido nem o propósito do texto.
O escárnio de Elias não se refere a zombar ou escarnecer de seres humanos, mesmo daqueles com quem se tem divergência política. Ele ridiculariza os profetas de Baal em um cenário de idolatria, com o intuito de levá-los a adorar o verdadeiro Deus. Assim, não se sustenta a violência pelo texto nem à luz do que Jesus ensinou.















