nunca vou esquecer que foi A JANJA que salvou o país de um golpe militar durante o caos do 8 de janeiro. A diva simplesmente levantou no meio da reunião, olhou pro lula e disse “GLO não, GLO é entregar o governo pra eles, não aceita Lula” MULHER INSANA!!!!
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Atenção aqui
🚨 ATENÇÃO, ISSO É URGENTE!
Moradores de Itacaré e do sul da Bahia pedem socorro aos governos estadual e federal e à imprensa. Eles denunciam perseguição por israelenses, apagamento das bandeiras do Brasil e da Bahia e proibições a símbolos culturais baianos e vários casos de violência.
#Itacaré #Bahia #Brasil #ExercitoDoLula #salvador
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URGENTE. A mineradora Energy Fuels, adquiriu 19 processos minerários na Bahia. Desses, 12 ficam na Área de Proteção Ambiental (APA) Ponta da Baleia-Abrolhos. A empresa pretende extrair monazita, urânio e outros minerais considerados críticos para os EUA #ConvocaTodoCrICMBIOeIBAMA
Boa parte dos moradores da turística Costa das Baleias, no extremo sul da Bahia, vive da pesca de peixes, camarões, siris e sururus. Mas esse modo de vida pode estar em risco.
Rica em terras raras e areias minerais pesadas, a região está na mira da mineradora Energy Fuels, que adquiriu 19 processos minerários na Bahia. Desses, 12 ficam na Área de Proteção Ambiental (APA) Ponta da Baleia-Abrolhos. A empresa pretende extrair monazita, urânio e outros minerais considerados críticos para os Estados Unidos.
A exploração pode afetar o equilíbrio ambiental de uma região que concentra a maior biodiversidade marinha do Brasil. A Energy Fuels também recebeu um empréstimo de US$ 725 milhões do governo de Donald Trump e mantém conexões com a rede de direita estadunidense Rockbridge.
intercept.com.br/2026/11/06/…
OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses
As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica.
Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país.
Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial.
O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro.
Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” .
Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza.
Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada.
Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil.
Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana.
Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil?
Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina.
Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
Exigem medidas imediatas do governo as seguidas violações e abusos cometidos por ex-soldados israelenses em Itacaré e Morro de São Paulo, na Bahia. O Brasil deve passar a exigir vistos de israelenses e negá-los a quem tenha servido no exército sionista depois de 7 de outubro de 2023. Isso é o mínimo!
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Exigem medidas imediatas do governo as seguidas violações e abusos cometidos por ex-soldados israelenses em Itacaré e Morro de São Paulo, na Bahia. O Brasil deve passar a exigir vistos de israelenses e negá-los a quem tenha servido no exército sionista depois de 7 de outubro de 2023. Isso é o mínimo!
Oi @LulaOficial meu presidente querido, já viu o que os israelenses estão fazendo na Bahia? Importante acabar com isso
Oi @LulaOficial meu presidente querido, já viu o que os israelenses estão fazendo na Bahia? Importante acabar com isso
É coisa de maluco isso q tá acontecendo na Bahia
A BAHIA É DOS BRASILEIROS
#ItacareDosBrasileiros #MorroDeSãoPauloDosBrasileiros
Urgente!!! E Itacaré e Morro de São Paulo hein gente? Precisamos ficar atentos!
@MPF_PGR se informem! Ex soldados israelenses estão botando o terror por lá!
Respeito é bom e todos nós gostamos!
Após as eleições ficaram doidos? #
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La France est en état d'ébullition sociale. Par l'action, puis par les élections, notre peuple va trouver une solution globale à ces difficultés.
Le mouvement de la jeunesse pour ses conditions d'études dit : « À bas le projet libéral, dont Parcoursup et la destruction de l'enseignement public sont les emblèmes répugnants ».
Les jeunes ont été immédiatement rejoints par leurs parents et par les syndicats de salariés, contre la vie chère, contre les prix spoliateurs des carburants, de l'électricité et du gaz.
Nous sommes tous ici, à leurs côtés, aujourd'hui et demain, dans la rue.
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🔴️️️️️️ C’EST HISTORIQUE !
Vous êtes plus de 20 000 au grand meeting de présentation de notre programme de gouvernement !
De nouveau, nous réalisons avec vous une démonstration de la force insoumise !
Marchons notre chemin, jusqu’à la victoire !
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El otro día vino Milei a España para decir que el socialismo es fascismo.
Pero no vamos a permitir que Milei defina el socialismo.
Y si nos llaman zurdos, les diremos que estamos muy orgullosos de serlo.
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Como a virada do Lula no Rio de Janeiro também foi histórica? Te conto aqui nesse vídeo. =)
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No futuro a gente ainda vai ver muita dessas tonhonas que hoje romantizam ser tradwife nessa mesma situação, a diferença é que essa senhora de 60 anos vem de uma época em que mulheres tinham pouquíssimas escolhas, já essas burras de hoje romantizam a dependência financeira por opção. Toda mulher precisa ter o dinheiro do NÃO, pra não precisar aceitar qualquer merda pra sobreviver


























