Lula devia aproveitar que é seu último mandato e meter o louco a favor dos trabalhadores, começando por revogar a cagada que o Temer fez e digo mais:
- devia CRIMINALIZAR o PJotismo nas empresas
- proibir banco de horas (trabalhou, tem que ser pago)
O Tinder tá tão bosta que dificilmente eu passo pra segunda foto da pessoa. Dedinho nervoso no X direto.
Ah pronto! Começou a aparecer as tonha falando que se identifica com a Carrie. Engraçado que é o mesmo tipinho, umas balzaquianas 35+, que também se identificavam com a Wandimha. Ow gente…
“O dólar subiu, parabéns aos envolvidos”
Tá bom então, investidora. Conta mais sobre a sua lojinha de brigadeiro gourmet, ó grande CFO de MEI.
Entrei num grupo de Wpp só de sapatão. Só tinha mulher feia. Sai do grupo.
É gente… vou morrer solteira. Quem diria…
Esse mulherão aqui não beija uma boca feminina há meses.
Lula faz alguma coisa!
Na série Carrie, a estranha, me deparo com essa fala:
“Médiuns de verdade não prosperam. Eles sofrem”.
Concordo plenamente. Tudo não passa de um grande charlatanismo.
O Bumble de floripa tá uma desgraceira. Antes era um reduto de mulher bonita, hj tá igual ao Tinder, o que reforça que não é o app que é ruim, mas sim as opções em Floripa que estão péssimas. São tempos difíceis pra padrão que gosta de padrão
Eu fico tão aliviada quando eu abro o Bumble em SP e vejo que ainda existem lésbica bonitas e solteira, que o problema tá em Floripa mesmo e não no mercado sapatônico em geral.
Parei de comprar lanchinho da Bolsonarista da empresa.
"Ai, é a minha mãe que faz, ela tem 80 anos".
E daí?! Não sou asilo!
Pro povo, o chicote (mas dessa vez não vou defender, pq pediram por isso, então, toma!)
Fiquem atentos com o programa de governo do filho do presidiário!
Acabar com o PIX.
Soltar Vorcaro.
Liberar o Tigrinho.
Empoderar Igrejas Evangélicas.
Manter escala 6X1
Queimar nossas Florestas.
Entregar nossas terras raras para os EUA.
Privatizar nossas Praias.
Dominar o STF e a justiça para acabar com a democracia.
Soltar o pai presidiário e golpista.
Nada para o Povo.
Que cirúrgico....
O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.




