Bizitzen... asko txiokatu dut baina uzten ari naiz ;-) / Viviendo... he tuiteado mucho pero me estoy quitando ;-) Euskaraz @ainhoaezeiza

Gasteiz/Aracena
Joined August 2007
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Ante los retos que plantea la IA en la educación, enseñar pensamiento crítico me parece más importante que nunca. Y en este libro bell hooks, ofrece ideas muy vigentes sobre qué significa realmente aprender a pensar. Abro sobre sus aportes 🧵
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'Veneno' de Kiko Veneno. 'Blues de la Frontera' de Pata Negra (Raimundo y Rafael Amador). 'Al alba con alegría', 'Pasaje del agua' y 'Nuevo Día' de Lole y Manuel. 'La leyenda del tiempo', 'Calle Real' y 'Soy gitano' de Camarón. Ha muerto Ricardo Pachón, el productor más importante e influyente del flamenco moderno y del flamenrock andaluz. Casi na'. Descanse en paz, maestro.
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¿Cómo nos afecta a los docentes la nueva normativa europea sobre uso de la IA? Te lo cuento en último artículo. Se agradece que lo leas, comentes y compartas entre tus redes docentes. iaenlasaulas.blogspot.com/20…
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El catálogo de @rtveplay es una maravilla, y encima tienes acceso a una cantidad de joyas brutal, y de forma gratuita. Les dejo 8 maravillas que les van a encantar. Anoten👌❤️👇🏼🧵:
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naturaleza que expresó sobre todo en cartas personales. Este artículo de Hernán Ouviña habla de ello y el vínculo entre su pensamiento y el ecosocialismo: revistarosa.com/3/rosa-luxem… Y este artículo de Lina Alonso profundiza en la historia de su herbario: elmalpensante.com/articulo/4…
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Desde 1913 hasta su muerte en 1919, de la que ahora se conmemora el aniversario, Rosa Luxemburgo recopiló muestras de plantas para elaborar un herbario en su tiempo libre e incluso estando en la cárcel. Su interés por la botánica era parte de un interés más amplio por la
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El largo brazo de la ética protestante y el espíritu del capitalismo, se encarna ahora en una de sus vertientes, un pentecostalismo presente en Latinoamérica hace décadas y ahora curiosamente puesto en tela de juicio por obra de los fracasos recientes en el mundial de fútbol
Sobre a atuação da CIA e dos Estados Unidos para implementar o neopentecostalismo na América Latina: Embora pareça teoria da conspiração, não é. Os Estados Unidos ativamente trabalharam, na década de 1980, para disseminar o neopentecostalismo na América Latina. O objetivo era, a princípio, barrar a Teologia da Libertação, uma corrente católica que incorpora elementos de esquerda e tem como princípio norteador diminuir as injustiças e desigualdades sociais. O Relatório de Santa Fé (1980), produzido pelo Council for Inter-American Security, um think tank ligado à campanha do Ronald Reagan, afirmava que a política externa americana deveria "começar a contra-atacar (e não apenas reagir) a Teologia da Libertação". O documento tratava a Igreja como instrumento político e a corrente progressista como vetor de infiltração marxista na América Latina, que era disputada entre as potências bipolares da Guerra Fria. Também é amplamente documentado o apoio de operações americanas a governos que perseguiram clero católico progressista, como a Guatemala sob Ríos Montt, El Salvador durante o assassinato de Romero e das freiras americanas, Nicarágua com o financiamento aos Contras (guerrilha armada). Missões protestantes em solo latino-americano não foram raras. Ao contrário, se tornaram cada vez mais comuns e, por fim, começaram a influenciar a própria Igreja Católica, turbinando a já existente Renovação Carismática Católica (RCC), que incorpora elementos protestantes e neopentecostais. É na década de 1980 que começam a ganhar força os grandes movimentos da RCC no Brasil (como a Canção Nova e a Comunidade Católica Shalom), muito pela legitimação internacional que receberam (dos EUA, que impulsionavam práticas neopentecostais e queriam ocupar espaço na América Latina e, também, do Vaticano, que queria parar a Teologia da Libertação). Aí surge uma competição entre Teologia da Libertação x Neopentecostalismo no Brasil e na AL. Quem ganharia? Quem venceu foi a teologia da prosperidade, uma das partes importantes do neopentecostalismo. Começa pela geografia. Um templo neopentecostal fica a três quadras, abre todo dia, e o culto acontece à noite, depois do turno. A paróquia católica fica a quarenta minutos de ônibus e celebra missa obrigatória aos domingos. O Brasil tem cerca de 1 padre para cada 10 mil católicos. A razão pastor/fiel do lado evangélico é uma ordem de grandeza menor. Onde a Igreja Católica não chega, alguém chega. Aí, vem a hierarquia. Um homem sem escolaridade formal entra como obreiro, vira diácono, pode virar pastor. Ganha título, terno, microfone, autoridade sobre outras pessoas. Para o mesmo homem, a Igreja Católica exige seminário (3 anos de graduação em Teologia + 3 anos de graduação em Filosofia), latim e celibato obrigatórios. Há também um efeito material que, inclusive, tá documentado por pesquisadores. A Cecília Mariz e a Elizabeth Brusco mostraram que a conversão pentecostal redireciona o salário do boteco para dentro de casa. O marido para de beber, para de bater, e a renda familiar sobe. No Brasil, em geral, mulheres convertem primeiro e trazem o marido depois. E há, ainda, a rede de apoio. Emprego, empréstimo, creche, indicação, carona, doação de alimentos, escolinha dominical. Numa periferia onde o Estado não chega, a igreja neopentecostal chega. A Teologia da Libertação, que era a frente católica mais próxima às perfiferias, oferecia um diagnóstico estrutural com promessa de longo prazo, mediada por organização política. As frentes católicas pediam que o pobre se reconhecesse como classe e agisse coletivamente. Numa favela dos anos 1990, entre desemprego, cocaína e milícia (que estavam em alta em toda a América Latina), venceu quem prometeu resolver hoje, não quem prometeu resolver coletivamente. As missões neopentecostais vieram para a América Latina com o objetivo de substituir o catolicismo "marxista", mas acabaram rachando ainda mais a sociedade. Enquanto as classes econômicas mais privilegiadas continuaram católicas, as classes mais vulneráveis encontraram amparo no neopentecostalismo. Só que aí a gente volta no ponto inicial, que eu fiz no meu primeiro post sobre isso: o catolicismo sempre foi comunitário, coletivo e, a nível individual, sempre exigiu responsabilização do indivíduo por seus erros, além de exigir a revolta com as coisas que são ruins na teologia da libertação. No catolicismo, você alcança a salvação confessando seus erros e tentando não cometê-los novamente. A lógica neopentecostal que bebe da predestinação calvinista e de princípios arminianos é oposta a isso. Seus êxitos vêm do seu esforço (porque a teologia da prosperidade é arminiana e aceita a ascensão positiva pelo dízimo, pela fé e pelo esforço), mas suas falhas são "plano divino" (porque existem elementos de predestinação como mecanismo de cope para situações negativas). Exceto, é claro, quando a comunidade decide humilhar a pessoa: aí você fracassou porque teve pouca fé, pagou pouco dízimo e tem o demônio no corpo. Mas se você é pobre, se você perdeu o emprego, se seu marido é alcoólatra e abandona você e seus filhos... Tudo isso é plano divino, Deus já predestinou sua vida. Sobre o futebol e a política: A questão não é que jogador/político A ou B, lá em 1990, já usava camisa enaltecendo Jesus Cristo. O problema não é a fé individual dos jogadores. A questão aqui é que o neopentecostalismo se dissemina social e culturalmente na América Latina e, principalmente, no Brasil. É uma maneira de pensar, uma maneira de construir imaginário coletivo e influenciar a sociedade. O imaginário coletivo é cada vez menos responsável por suas falhas, confessa cada vez menos seus erros e se individualiza cada dia mais. Afinal, os meus êxitos ocorrem porque eu tenho muita fé em Deus; as milhas falhas ocorrem porque Deus sabia o que era melhor para mim e, assim, eu só me responsabilizo pelas coisas boas. As coisas ruins não são culpa minha, não me geram revolta, não me deixam desconfortável, não me tiram do lugar. Elas apenas são o que são. É assim que a América Latina caminha.
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También me estoy acordando mucho de Nagore Laffage. En los Sanfermines de 2008, el estudiante Diego Yllanes -actualmente psiquiatra- la mató por resistirse a ser violada. A su madre, mi querida @AsunCasasola , lo primero que le preguntaron en juicio fue si su hija era ligona.
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Ayer vimos "Z", de Costa Gavras. Es de 1969 pero podría ser de hoy (por desgracia). m.filmaffinity.com/es/film84…
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Frente a las amenazas del amigo del narco, rigor y datos. 👇👇👇
Es verdad que en España hay un absentismo mayor que en la UE: según Eurostat, un 4,5% en 2024, frente al 2,5% de media europea. Pero, ¿es cierto que sea por fraude como sugiere Feijóo? Es sencillamente imposible saberlo, porque nadie puede cuantificar el fraude con rigor. Lo que sí está cuantificado rigurosamente es la causa de cada baja, y lo que viene te sorprenderá. Una gran parte del crecimiento de las bajas se debe simple y llanamente al envejecimiento de la plantilla. Por dar un dato, hoy hay 1,5 millones más de trabajadores mayores de 50 años que antes de la pandemia. Sus bajas duran el triple que las de los jóvenes, como es lógico (79 días de media, frente a los 27 de los jóvenes, según la AIReF). Otra razón por la que las bajas han aumentado son las listas de espera: la duración media de las bajas ha pasado de unos 26 días antes de la pandemia, a casi 40 en 2025, y las propias mutuas (Asepeyo) señalan como primera causa la saturación de la sanidad pública. Si antes la operación de cadera te llevaba un mes y ahora te toma dos por los retrasos, has doblado tu periodo de baja y no precisamente por vago. Creo que todos estaremos de acuerdo en que es injusto decirle a esa persona que, encima de esperar el doble a que la operen, le van a recortar la prestación. Luego está la salud mental, la segunda causa de incapacidad temporal en España con 671.618 bajas en 2024, más del doble que en 2016. Esta es la parte más sensible y difícil de cuantificar: ¿cuánta gente pide una baja por estrés de mentira? Difícil saberlo. Lo que sí sabemos de forma rigurosa es si los empleados españoles están peor tratados que los europeos, y la respuesta ya la sabemos todos. En España se hacen unos 130 millones de horas extra no pagadas al año (2,5 millones cada semana, según CCOO con datos de la EPA), con las que las empresas se ahorran 3.243 millones de euros; esto sí es fraudulento a ciencia cierta, pero sobre esto no habla Feijóo, por lo que sea. Somos el pais de Europa en el que más empleados dicen no tener tiempo para ver a su familia o amigos por culpa del trabajo, según la European Working Conditions. Estamos a la cola de Europa en apoyo psicológico en el trabajo: solo el 28% de los empleados tiene acceso a él, frente al 40% de media europea (78% en Finlandia). Etc, etc, etc. No podemos saber cuántas bajas por depresión o ansiedad son “de verdad”, pero sabemos a ciencia cierta que los trabajadores españoles son los que más razones tienen para estar deprimidos o ansiosos. Sobre el último punto puedo hablar de primera mano porque viví mucho tiempo en Dinamarca. Por mencionar una anécdota de muchas: en una ocasión mi jefa danesa me vio más serio de lo normal y me dijo que me tomara la semana entera libre, porque notaba que el exceso de trabajo me estaba pasando factura. De primeras me negué, porque pensaba que no era para tanto, pero mi jefa había leído que la primera señal de que un empleado está cerca de tomarse una baja por estrés, es sentir que su trabajo es tan importante que no puede tomarse ni una semana libre. Así que me obligó a tomarme la semana libre. No sé si aquel estrés habría acabado en una baja, lo que sí sé es que volví con muchas más ganas, y desde entonces me siento en deuda con ella, algo que me hace tomarme mucho más en serio mi trabajo. En fin, creo que el de las bajas es un tema complejo que debería enfocarse desde una perspectiva mucho más amplia y meditada, empezando por pensar en cómo podemos tratar mejor a nuestros trabajadores. Por cierto, y con esto acabo, no deja de ser paradójico que el mismo partido que sospecha de la baja por ansiedad de una madre trabajadora que no tiene tiempo para ver a sus hijos, acabe de aprobar en Madrid 500 euros al mes para el “concebido no nacido”. Ayudar al feto, desconfiar de su madre.
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¿Qué dice la evidencia científica sobre el método Montessori? Tras varios años de trabajo acaba de publicarse nuestra revisión sistemática y metaanálisis en Review of Educational Research. Analizamos 198 estudios con una perspectiva meta-científica: 🧵👇
📢 ¡Nuevo artículo publicado! Por fin está disponible nuestra revisión sistemática y metaanálisis sobre el Método Montessori. 198 estudios analizados desde una perspectiva metacientífica y de ciencia abierta. doi.org/10.3102/003465432614… #Montessori #MetaAnalysis
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En este tipo de noticias sobre grandes mineras buscando metales en nuestra tierra, casi nunca cuentan cuáles son los usos del suelo en la zona, quien vive allí, su biodiversidad… Como si el territorio estuviera vacío esperando a las mineras. #Huelva andaluciainformacion.es/arti…
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🔥Ya ha terminado la temporada de la fresa y, casualmente, se inicia un incendio en el asentamiento chabolista de Palos de la Frontera que ha calcinado las 300 chabolas que había. No les ha quedado nada. Los nadie ya nos han dejado de ser útiles hasta el año que viene.
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"...si este Niño hace como sus predecesores, y tiene pinta de que incluso puede superarlos a todos, la temperatura del planeta subirá otro escalón de alrededor de 0,15 ºC." ctxt.es/es/20260701/Firmas/5…
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