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Passamos de uma escolha muito difícil, para só há escolhas impossíveis.
O brasileiro planejando seus próximos 8 anos:
83%Lula 2026/Bolsonaro 2030
17%Flávio 2026/Boulos 2030
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Uma associação que reúne quase todas as montadoras de veículos com fábricas nos Estados Unidos está pedindo ao Congresso americano que proíbam para sempre a venda de carros chineses nos EUA. É para ficarmos um pouco menos pessimistas com a história da economia do Brasil.
Por que adotamos tantas barreiras comerciais? Por que insistimos tanto em fazer nossos próprios insumos industriais ficarem mais caros, sabotando nossa competitividade? Por que EUA, Europa, Japão, Austrália, conseguiram formar uma coalizão ampla por uma economia mais aberta e competitiva? Por que nós nos condenamos a eternamente proteger grandes empresas nacionais com tarifas aos seus concorrentes externos e privilégios tributários para impedir que novas empresas brasileiras surjam?
Parte da explicação pode ser a facilidade maior de se adotar regras abertas e igualitárias quando os grupos nacionais são também poderosos o suficiente para competir internacionalmente. O medo de perder a posição nacional diminui.
Com os produtos chineses tomando esse espaço, entregando uma qualidade igual ou maior com preços mais baixos, esse medo se instalou por lá. E as "soluções" que as grandes empresas estão propondo por lá não raro são tão ineficientes e sabotadoras do interesse público quanto as soluções que os grupos empresariais brasileiros costumam propor por aqui.
Eles têm teoria econômica de sobra para saberem que esse tipo de protecionismo é autodestrutivo, mas o lobby é pesado. Questão de tempo até teorias econômicas antiquadas, como as que circulam pelo Brasil, comecem a ganhar espaço por lá. Assim poderão dar um verniz de legitimidade para esse acordo feito entre o poder político e o poder econômico contra o cidadão que só gostaria de ter produtos melhores e mais baratos.
Alaor Carlos retweeted
Se você briga com seus amigos e parentes por causa de políticos, mas não briga com políticos por causa de seus amigos e parentes, talvez esteja passando da hora de procurar terapia.
Alaor Carlos retweeted
O que mais me impressiona no bolsonarismo não é o golpismo, é a burrice. Foi a burrice que levou os caras a colocar a minuta do golpe no papel. Foi a burrice que levou o cara que carregava 60 milhões de votos, a maior bancada da câmara e do senado e 6 governadores a fugir do país na calada da noite. Foi a burrice que levou esse pessoal a escrever uma carta sem revisão (que saiu com o Brasão da República incorreto e com o nome do país incorreto) e, ao mesmo tempo, achar que vai ser levado a sério quando a mais de 100 países já reconheceram Lula como aquilo que ele é... o presidente legítimo do país. E é a burrice que vai enterrar essa família nas chagas da vergonha e que, algum dia, vai fazer com que Eduardo e Flávio tenham o mesmo destino do pai, como golpistas burros que são: a cadeia.
Alaor Carlos retweeted
Flávio Bolsonaro publicou uma carta acusando fraude e se autoproclamando presidente. Tosco, colocou brasão errado de "Estados Unidos do Brazil". Mas um rato capaz de fazer isso quase chegou na presidência. É um ultimato para a direita democrata se livrar de vez dessa família.
Até onde sei matematicamente não atingiu, mas no Brasil nem a MATEMÁTICA é uma ciência exata. Sem chances de dar certo esse país.
Agora é oficial: o PSOL atingiu a cláusula de barreira! TSE decidiu que reconhece que o partido fez os votos necessários para superar a cláusula. Quero parabenizar toda nossa militância e eleitores por essa enorme vitória para a esquerda brasileira. O PSOL é uma ferramenta de luta muito importante para o Brasil, foi fundamental na campanha que reelegeu Lula e seguirá cumprindo seu papel transformador na política brasileira.
Como um líder mobiliza a militância se é o primeiro a abandonar o barco?
Nada me incomoda mais do que chamar Social Democracia de direita. O Brasil teve a oportunidade de crescer no período pós-ditadura de braçada com a centro-esquerda, mas preferiu ser cooptada pela extrema-esquerda a partir dos anos 2000...
A direita hegemônica no país durante décadas foi a paulistana, tipicamente tucana, elitista e preconceituosa. Aí surgiu uma nova direita, mais típica dos subúrbios do Rio, com protagonismo de militares e pastores. E essa nova direita tem, obviamente, uma base mais popular. Ao mesmo tempo, o conservadorismo exacerbado e o grau de violência dela assustam uma classe média que já votou na direita em outras eleições, mas é escolarizada e democrática. Que não aceita discursos extremistas contra liberdades individuais.
O resumo é: a substituição de uma direita liderada por empresários, sobrenomes conhecidos, oligarcas, por uma direita de pastores e militares, afastou São Paulo.
Uma (nem tanto) breve reflexão sobre as eleições brasileiras de 2026 e o futuro do @PartidoMissao
Hoje, o maior desafio das lideranças do partido é compreender o fenômeno do fracasso nas eleições de 2026. Vejo um trabalho genuíno de reflexão sobre o espírito do tempo político brasileiro, mas muito pouca autocrítica de seus integrantes. E é sobre este aspecto que quero debruçar aqui neste texto; sobre aquilo que enxergo que foram e são os maiores erros do grupo.
Analisando o posicionamento do @RenanSantosMBL em suas entrevistas, entendo que a principal estratégia eleitoral baseou-se no crescimento sobre a rejeição. A mesma estratégia usada ao longo de décadas pelo PT e pelo Bolsonarismo e que, de fato, se mostra altamente eficaz para angariar votos, mas também de encontrar rapidamente um teto. Em campanhas legislativas é uma ferramenta altamente eficiente vide eleições de Nikolas à direita e Éricas à esquerda.
Definiria esse fenômeno pelo conceito do CHAMADO DA TRIBO de Karl Popper e que carrega a ideia do ser humano possuir um padrão evolutivo irracional e ancestral de "tribo" - viver em uma sociedade fechada e primitiva. Nesse ambiente tribal, o indivíduo não precisa tomar decisões difíceis, pois tudo é determinado pelo chefe ou pela tradição. Há uma diluição da responsabilidade individual em nome do grupo. Ao evoluirmos para uma sociedade muito mais complexa e aberta, com característica democrática, racional e tolerante, exigiu-se do indivíduo um nível muito maior de responsabilidade pessoal, o que causa desconforto e angústia por não ser também algo institivo.
Quando as democracias entram em crise, as pessoas sentem o forte apelo do "chamado da tribo" — a tentação de abrir mão da liberdade individual em troca da falsa segurança oferecida por nacionalismos, dogmas religiosos, coletivismos extremados ou líderes populistas e autoritários - o que foi muito bem representado neste segundo turno presidencial com a virada histórica de Lula.
Todavia, o crescimento pela rejeição já estava saturado pela figura bolsonarista e petista. Renan ao escolher esse caminho, reforçou seu lado belicoso e afastou justamente àquele eleitor que não recorre à tribo, que garante sua independência e autonomia frente a ameaça de tempos sombrios. Entendo que essa decisão era impossível de ser diferente, pois a fundação do próprio partido Missão é revolucionária. Basta ver a massa agressiva da maioria de seus militantes. O MBL foi pioneiro na compreensão do potencial de mobilização e crescimento pelo contraditório, mas obviamente encontrou um teto (muito menor que dos demais).
Isso fez que com que o eleitor independente se sentisse também não representado pelo Missão e pudemos observar isso na alta taxa de absenteísmo no 1T e no fenômeno Cury que, apesar de ter sido fabricado e impulsionado, conseguiu angariar votos suficientes e superiores ao próprio Renan construindo uma imagem de moderação. Somados todos esses eleitores, estaríamos falando algo em torno do famigerado 10% de intenção de votos, número mágico que cria uma impressão de força política auto sustentável e que poderia trazer a manada presa ao voto de rejeição.
Renan é, por essência, uma liderança belicosa, criativa, genial, pragmática e gerencial e, por isso mesmo, não empática. É pertinente enxergar nele o que Dirceu foi para o PT. Por mais que haja uma releitura de posicionamento como o faz agora, o custo de capital político em uma nova eleição será muito alto, pois esse personagem não faz parte de sua essência.
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Posso estar equivocado e apenas não ter visto o pronunciamento do Renan, e por isso mesmo deixo aqui questionamentos de postura que esperaria de alguém que queira assumir um papel de aproximação genuína do debate político e pacificação:
- Houve desculpas por parte do Renan em relação a suas falas a respeito do Felipe Nunes da Quaest? Afinal as pesquisas não estavam erradas. Por mais que haja questionamentos sobre a postura política de um indivíduo, assumir um erro é de grande valor.
- Houve alguma nota de agradecimento ao @CoronelMedina14 após as eleições? Minha sensação é dele ter sido apenas uma tentativa estratégica de usar a imagem de um boomer para aproximação do eleitor bolsonarista e agora escanteado por não ter função ao grupo. A ideia utilitarista é ruim para quem constrói um movimento.
- Houve desculpas ao @joaodamoedo pelos ataques (sem ser provocado) após ter recebido uma crítica pertinente?
Um líder democrata precisa lidar com o contraditório, não ser reativo e ostensivo e transformar crítica em ataques. É uma posição extremamente difícil, vide FHC, tão enaltecido nesse momento por ser o único a vencer Lula não só uma como duas vezes, mas que foi também criticado tantas vezes por ser compassivo com os ataques do PT. Renan, por sua essência não é essa pessoa. O partido Missão precisa trabalhar a imagem do líder empático em sua própria natureza e hoje enxergo @KimKataguiri sendo esse personagem. Claramente observo em conversa com pessoas de espectros políticos diferentes esse olhar empático e de respeito ao Kim. Haverá em 2028 a oportunidade de trabalhar sua imagem na campanha municipal de São Paulo e ser um tubo de ensaio para 2030. É preciso existir um candidato que agregue de maneira natural esse eleitorado órfão.
E ao partido Missão, para seu crescimento, o maior desafio será haver o entendimento que é fundamental separar o que é MBL do que é o partido. Enquanto houver uma postura hostil a presença de forças liberais e conservadoras dentro do partido e construí-lo apenas como uma extensão política do MBL, ele seguirá sendo um partido de nicho extremamente restrito.
Para tanto, precisará de uma revisão de conceitos dogmáticos presentes no livro amarelo que permita, tal qual na teoria dos conjuntos da matemática, a co-existência não em intersecção, mas em união entre liberais, conservadores e MBListas e um líder que seja capaz de mantê-lo unido e operante.
Renan, em minha visão, claramente é o líder que o partido precisa e Kim o líder que o Brasil precisa.
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Impressionante a comemoração que presencio em São Paulo. Dito isso, muito provavelmente estamos diante de uma vitória de Pirro.
O que Lula queimou de $$ para ganhar essa eleição não está escrito. A resposta do mercado financeiro e do novo legislativo ainda saberemos. Não será doce essa vitória, nem para o governo, muito menos para a população que hoje comemora.
Quem poderia imaginar que boicotar o nome de Tarcísio e colocar Flávio Bolsonaro como candidato seria uma má ideia, não é mesmo?!
Alaor Carlos retweeted
Eu não queria o Bolsonaro preso por golpe de estado. Queria ele deposto e preso por violação do Art. 267 do Código Penal: propagar epidemia. Como as instituições não fizeram o trabalho delas ali, ele continuou no governo e tentou dar um golpe. Aí sim eu quis ele preso por golpe.
Vorcaro é a reencarnação do Jorginho Guinle, mas a herança dele veio da aposentadoria dos brasileiros.
🚨 Atualização no MasterWhats!
Planilhas da PF no celular de Vorcaro mostram que a festa de aniversário da Yasmin Brunet no Rosewood (2024) custou mais de R$ 2 milhões.
Recusou pagar extras de última hora (vestido de R$ 18 mil + decoração/produção = +R$ 100 mil)
Mas arcou com R$ 19 mil de estragos deixados pelos convidados no hotel
Pelo jeito o “fantasma” assombrava muito a vida dela… e a conta do banqueiro também. 👻💸
masterwhats.recomendeme.com.…
Alaor Carlos retweeted
Todo brasileiro deveria ser obrigado a assistir aos dois vídeos que colocarei abaixo produzidos pelo @spotniks.
Dito isto, depois de assisti-los, não sei o que é pior: bolsonarismo ou petismo.
Como Lula se envolveu com o escândalo do Banco Master
youtube.com/watch?v=FGNuDa9P…























