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CAF, CONCACAF e CONMEBOL Software Engineer ex-@PanAmCalcio

São Paulo, Brazil
Joined August 2015
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Youssuf Ndayishimiye’s case is too emblematic, having followed it since 18/19, and I’ll forever talk about this market inefficiency keeping players in limbo. I won’t romanticize and say there’re thousands of ignored pontetial top players, but there’s much more than Euro top 5.
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Primeira vez na história que um defensor participou de 5 gols em uma só partida? @paraguayralph
❤️💙🇲🇦 Achraf Hakimi scores an hat-trick (plus two assists) for Paris Saint Germain… and it’s the first hat-trick in his career. 🅰️ 26’ ⚽️ 28’ ⚽️ 55’ 🅰️ 62’ ⚽️ 69’
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Felipe Vizeu é um baita exemplo de como futebol gira em torno de oportunidade e alguns são amplamente privilegiados. Desde a saída do Flamengo, teve umas 10 passagens por clubes diferentes, e no geral não foi bem. Mesmo assim, no Brasil ficou sempre entre A e B. Saindo do Avaí agora, não me surpreenderia caso aparecesse em outra equipe da B.
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Série D é duro, mas quem não aprecia Série B e C: paladar infantil
Na ESPN, a Série B está com índices de audiência SUPERIORES a campeonatos europeus. A 2° divisão é mais vista do que o campeonato italiano e do que alguns jogos da Premier League. A audiência aumentou 24% no returno. Via @bielvaquer
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Por ignorância minha, eu não sabia quem era esse cara até algumas semanas atrás. É muito doido que só tem problema fantasma no panfleto. Queria entender como 3 milhões de pessoas olharam para essa lista e pensaram "tá aí os principais problemas do país que precisamos resolver".
to chorando de rir vendo lucas pavanato eleito vsf como é possível alguem votar nisso de verdade
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E tome Ruanda ganhando de Cabo Verde, em mais um caso rotineiro no continente mais competitivo do mundo. Ruanda jogou dia 25, fez uma viagem de mais de 24h com 3 conexões em países diferentes para chegar em território cabo-verdiano (Kigali -> Nairobi -> Abidjan -> Dakar -> Praia) e acabam de fazer 2-1 na sensação da Copa. Paralelo a isso, hoje: Guiné-Bissau 3x0 Nigéria Gana 2x4 Gambia Burundi 2x2 Argélia
#AFCONQ2027 | FT CABO VERDE 🇨🇻 1-2 🇷🇼 RWANDA G. TAVARES 40’ Claude NIYOMUGABO 45’+2 Elie TATOU 52’ STANDINGS: 2 GAMES 1. RWANDA 🇷🇼 6 Pts 2. Mali 🇲🇱 3 Pts (-1) 3. Liberia 🇱🇷 0 Pt (-1) 4. Cabo Verde 🇨🇻 0 Pt WOOOOOW CONGRATULATIONS 🍾🎊 #AMAVUBI SAWA SAWA SAWAAAAAA @winner_rw NAGAHO 🇷🇼🇷🇼🇷🇼🇷🇼 🔥 🔥 🔥 🔥 @bbkigalifm 89.7 FM
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Me arrisco a dizer que mais da metade de quem afirma viver de aposta, tendo fácil acesso a CPFs de terceiros e com algum método comprovado, ainda sim tem algum grau de vício e recusaria ganhar o dobro trabalhando igualmente ou até menos em outra área. Durante uma época eu criei um algoritmo para achar odds enormes com valor (gol de cabeça e gol de fora da área). Colocava R$1 em cada entrada para brincar, e ver uma odd 151 batendo tinha um impacto emocional maior que ganhar dinheiro de verdade com um trabalho freelance ou algo assim. E sou uma pessoa sem tendência ao vício, considerando que meu único hábito que se assemelharia a isso é o café diário. A dopamina do green misturada com ganhar dinheiro constante, validar seu método e fazer tudo isso enquanto assiste esportes que te interessam, é um mix complicado. Afinal, viver do hobby é o sonho de todo mundo. A ideia é sedutora, mas nem todo mundo vai ter o conhecimento necessário. E, mesmo entre quem tem, nem todos conseguem lidar com os gatilhos (sequência de perdas, a vontade de recuperar o prejuízo, apostar mais depois de uma boa fase etc).
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Girumugisha é um bom exemplo de como o mercado africano às vezes parece um mundo à parte. Foi o melhor jogador do campeonato de Ruanda pelo Al Hilal, um dos maiores clubes do Sudão, que passou a disputar a liga ruandesa por conta da guerra civil. De lá, foi para o Al Ahli da Líbia com status de grande contratação. Os valores divulgados para a transferência variam e alguns me parecem irreais, mas acredito sim que tenha sido acima de $1M. Ao mesmo tempo, ele é um perfil que a maioria esmagadora dos clubes pelo mundo não se interessaria nem de graça. E a maioria das razões para isso passa pelo desconhecimento desses mercados e pela completa falta de interesse em conhecê-los melhor. Não ironicamente, consigo visualizar dirigentes de clubes com muito menos dinheiro e expressão que o Al Ahli dizendo que precisariam ver o Girumugisha pessoalmente em um teste (não pagariam a passagem e o teste teria jogadores locais amadores).
O Golaço de Girumugisha pra fazer 2x0 para Burundi com 12 minutos de jogo contra a Argélia. As raposas do deserto conseguiriam o empate no meio do segundo tempo! xitter.gq/AbserBd/status/2104922…
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Essa tem que ser a linha de raciocínio pra quem vive de aposta, na minha opinião. Aposta, arbitragem, trade etc pode dar dinheiro mas não deveria ser meio de vida. Pode dar certo, mas é gambiarra dentro de um mercado improdutivo. Hoje eu vendo um software para quem opera cripto, é uma fonte de renda minha, e mesmo assim falo abertamente (inclusive com clientes) que fico feliz com a ascensão de quem consegue viver bem desse mercado, mas que o ideal é sempre se preparar para um plano B.
O The Smart Bettor JAMAIS estará ao lado das casas de apostas. Independente da discussão, se as casas de apostas estão de um lado, eu SEMPRE estarei do outro. Enquanto existirem casas de apostas, trabalharei e ensinarei meus seguidores a arrancar cada centavo que puderem, assim como elas fazem para arrancar o dinheiro dos apostadores menos esclarecidos ao mesmo tempo que perseguem a minoria que lucra. No dia que não existirem casas de apostas para arrancarmos dinheiro, este perfil descansará em paz. Fiquem bem.
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Não compreendo como jogadores de elite não assimilam a quantidade de facilidades que a carreira deles proporciona. Mas acho mais esquisita ainda essa interpretação de quem está de fora, chamando esse processo de “sacrifício”. Toda profissão tem aspectos bons e ruins, e as que são mais bem remuneradas ainda têm o privilégio de “amaciar” a maioria das coisas ruins. Eu, na posição de engenheiro de software, já me sinto tonto reclamando das dificuldades da carreira, considerando os diversos benefícios que ela também me dá. Reclamar como brasileiro jogador profissional de futebol em clube de elite então, simplesmente não entra na minha cabeça.
Os jogadores viajaram de avião na executiva até Brisbane. 2 dias depois em voo fretado foram para o meio do nada (Townsville). Estão em hotel 5⭐️ e com o que há de melhor para se alimentarem, descansarem e treinarem visando os jogos. Creio que ele não sabe o que é sacrifício!
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Seguindo a discussão atual sobre estrangeiros e o pedido do @comentaristabur, aqui alguns gráficos em relação ao recrutamento de jogadores das divisões inferiores. O primeiro mostra quantos jogadores cada clube trouxe das Séries B, C e D, considerando apenas as temporadas em que disputou a Série A. Os números são absolutos, separados pela divisão de origem.
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E, por último, o ranking dos países onde atuavam os estrangeiros antes de chegar à Série A. A lista é muito grande, então está reduzida.
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A minha base de dados começa por volta de 2013, por isso os gráficos de chegadas começam em 2014. Fiz uma revisão dos registros e das classificações, mas ainda podem existir inconsistências pontuais. Na auditoria que fiz, os resultados gerais pareceram coerentes. Só considerei as temporadas em que cada clube disputava a Série A e os dados de 2026 ainda são parciais.
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Acho que a modernidade trouxe diversas ferramentas muito valiosas pro futebol. E acho que tem muito mercado inexplorado. Mas acho que o trabalho moderno médio tem muito mais margem pra erro do que o old school médio. O moderno muitas vezes não tem a bagagem mercadológica e técnica, mas tem a confiança de que vai identificar jogador com script em Python e modelo estatístico sem contexto. O old school é mais conservador. Pra Série D precisa fazer só o básico bem feito. Tem investimento suficiente pra trazer o que tem de melhor disponível na D e nos estaduais de menor expressão. Depois que sair desse buraco vai ter mais aceitação e margem pra ser criativo. Imagino que o Jorginho possa trazer essa abordagem.
Jorginho é o novo Coordenador Técnico da Portuguesa Ele terá vínculo até o fim de 2027 e será apresentado na próxima quinta-feira (24) Cantinflas vai atuar no planejamento do futebol e terá influência na escolha do novo tecnico e nos atletas que serão contratados
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A minha interpretação segue mais ou menos esta linha: o sub-20 ainda representa o "garoto da base", e a minutagem desse perfil segue praticamente inalterada há anos. Já o sub-23 normalmente é o jovem-não-tão-jovem que não se destacou a ponto de ser vendido cedo e que nem necessariamente foi formado pelo próprio clube. Creio que, na perspectiva dos clubes brasileiros, ele seja visto de maneira semelhante ao estrangeiro de qualquer idade: como uma aposta. Um atleta que pode vir a render esportivamente, mas que não necessariamente gerará receita com uma futura venda. Aí que entra a grande questão, na minha opinião. O sucesso estrondoso de alguns estrangeiros no Brasil ajudou a criar a sensação de que buscar jogadores fora do país é mais certeiro do que olhar para opções semelhantes no mercado interno. Hoje, inclusive, a própria torcida costuma receber essa estratégia com entusiasmo. Uma década atrás, eu sinto que havia bem menos interesse e menos tolerância com a contratação de estrangeiros. Mesmo que os clubes tivessem dez vagas naquela época, tenho dúvidas se elas seriam preenchidas. A ampliação "recente" das vagas facilitou o aumento de estrangeiros, mas não explica o fenômeno sozinha. Antes dela, houve uma mudança grande de como o futebol brasileiro enxerga o jogador estrangeiro.
Replying to @amftbl
Só diminuiu os sub-23, mas não seria porque os clubes os vendem antes de completarem 20 anos?
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Em meio às novas regras para o limite de estrangeiros e a inscrição de jovens, fiz este gráfico com a participação de cada faixa etária no Brasileirão, ano a ano, de 2017 até o momento atual de 2026, para quem tiver interesse.
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