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⚠️ ATENÇÃO!
PAREM de engajar Renan Santos e a turminha do MBL / Missão!
As pesquisas de 2º turno mostram que Renan foi o candidato que MENOS transferiu votos pra Lula! Não ajudaram em nada! ZEMA transferiu mais votos (proporcionalmente)!
E não se iludam com esse verniz de direita democrática. Só estão adotando essa postura porque ficaram com 2% nas urnas e perceberam que só falam entre eles mesmos.
Foi o Missão / MBL que criou a extrema-direita no Brasil. NÃO SE ESQUEÇAM! Eles que, junto a Rede Globo, Lava Jato, Aécio Neves, Eduardo Cunha, elite brasileira e possível financiamento externo, criaram e espalharam o ódio anti-PT, golpearam Dilma e fizeram crescer as raízes do bolsonarismo! Essa gente toda tem que ser EXECRADA!
Quer conversar com a direita que não está no governo Lula? Vai conversar com Henrique Meirelles, Elena Landau, Persio Arida, Cristovam Buarque, João Amoedo, etc. Desses eu discordo em quase tudo, mas ao menos não jogaram o Brasil no caos da imbecilidade bolsonarista como fizeram Renan Santos e sua turminha.
Orgulhoso pelo que o bom jornalismo brasileiro conseguiu produzir nas últimas semanas. Piauí, ICL Notícias, Intercept, Amado Mundo, Daniela Lima, Flávia Oliveira, Natuza Nery, Octávio Guedes, Leandro Demori, Paulo Motoryn, Reinaldo Azevedo: que honra ser colega de vocês!
Se alguém sentir que vai ser demitido, ou foi demitido, primeira etapa: Encontre as redes sociais dos donos da empresa, ou do chefe que decidiu isso.
Pode servir de prova no processo, como uma confissão, além de testemunhas. ;) Dá pra quebrar esse MEI fajuto só no valor da indenização rsrs
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Flavio está isolado. E isso ocorreu bem mais rápido do que eu previa. A claque foi cada um para um lado. Seu passaporte será entregue. Valdemar da Costa Neto, em nome da presidência do PL, reconheceu a vitória de Lula, rompendo, de fato, politicamente com Flavio. Todo o PL deverá seguir essa orientação. Trump já disse que gosta de Lula e ao dizer que "parece" fraudado, quis dizer "não posso afirmar que foi", "me disseram q foi", "pode ser que não seja". Acabou. Restará a posição de foragido internacional - sem grande abrigo nos EUA de um Trump manco pós-eleição, ou mesmo fora do poder logo mais - ou a cadeia.
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Ramagem chamou pedido do PL, de Flávio Bolsonaro, para deixar urnas abertas até as 19:00 de “medida ACERTADA E ESTRATÉGICA”. Eduardo Bolsonaro concordou.
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O mundo deu apoio e a gente não deve se esquecer disso. Quando a hora chegar, vamos fazer barulho pelo resto da América Latina, EUA e Europa. Precisamos apoiar quem preza por direitos iguais a TODOS nesses países e impedir que a extrema-direita volte a se alastrar
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Meu deus, eu tô chorando com esse vídeo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
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Eu consegui virar voto facilmente falando sobre a raspasgem numérica das balas.
Real.
Ninguém sabe explicar.
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URGENTE! 🚨🚨🚨O QUE ESTÁ ACONTECENDO EM RIO VERDE É REVOLTANTE E INACEITÁVEL!
São denúncias gravíssimas de agressões, ameaças e perseguição política contra apoiadores de Lula!
Desde quando pensar diferente virou motivo para ser agredido?
Como delegada de polícia e deputada federal, exijo investigação imediata e rigorosa de todos esses episódios!
Os agressores precisam ser identificados e responsabilizados! E qualquer participação de grupos organizados deve ser apurada!
VIOLÊNCIA POLÍTICA É CRIME!
NÃO PODE HAVER IMPUNIDADE!
#JusticaPorRioVerde
Chupetinha foi o deputado mais votado do Brasil, de novo. Mas no dia eu apontei algo esquisito.
Primeiro: o governador Cleitinho anunciou voto em Bolsonaro, mas se recusou a se alinhar ao bolsonarismo. Fez acenos durante todo o segundo turno aos petistas, esquerdistas e contrários ao candidato do PL.
Segundo: mesmo com o caminhão de votos, Nikolas não puxou tantos colegas de partido como se imagina e o que vimos foi um crescimento substancial de deputados do PT e PSOL eleitos em Minas.
Cleitinho foi eleito em primeiro turno. Ou seja, não tinha palanque para Bolsonaro em Minas. O desenho de um crescimento das bases esquerdistas no estado estava desenhado. E o que o chupetinha fez? Como bom estrategista político resolveu viajar o Brasil ao lado de seu candidato. Esqueceu de trabalhar suas bases em um estado conhecido por definir o pleito e que teve recorde de abstenções no primeiro turno.
Resultado: único estado onde Lula reverteu o resultado negativo foi em Minas. E a tradição segue: ganhou lá, ganhou o jogo.
Os amigos de direita não engajados ao bolsonarismo adoram dizer a frase que a esquerda precisa se reiventar e coisas do tipo. Quero ver as críticas a esse erro crasso de estratégia. Janones tomou as ruas e o deputado mais votado de Minas menosprezou o seu próprio eleitorado de uma maneira eu diria quase que juvenil. O que nos levam a pensar se esses caras sabem mesmo fazer política.
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Alguém por favor enfia uma chupeta na boca desse moleque. (Não digam o nome desse chorão nos comentários. Bora zoar e não engajar. Aprendam a aloprar bozoloide sem dar audiência para eles. A esquerda não pode esquecer os ensinamentos do general Janones, bora manter as redes)
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This is the best article of why Lula was able to turn it around.
Populist FDR style “New Deal” policies in the country, the people of Brazil appreciate. This is the antidote to the right wing populism, oligarch/fascist fkry, consolidation of wealth and power, and use of hatred scapegoating the politically weak and marginalized people. This is to fascism what garlic is to vampires. FDR knew it and used it to beat back the rise of the Fascist NAZI movement in the USA in the 30s. It’s time for a New, New Deal.
aljazeera.com/opinions/2026/…
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“O Flávio Bolsonaro debochou da idade do Lula, da voz dele, da capacidade dele. E o que teve de velhinho que mal podia andar sendo carregado para votar nas urnas adesivado de Lula? Foi uma aliança de gerações” - Octávio Guedes na GloboNews.



















