é o cuzil da américa msm vorcaro com rombo dele no brasil compraria o paraguai inteiro
Banco digital que quebrou no Paraguai administrava mais de US$ 800 milhões em dinheiro público; Santiago Peña foi sócio do grupo controlador glo.bo/x28u9ok
minha chefe perguntando se marquei minhas férias e avisando sobre a compensação depois
eu respondo que vou sair do trabalho semana que vem
pior que nois zoa hj mas o contexto dessa frase é bem pesada na época da ditadura era uma forma das pessoas saber quem tava sendo levado pelos militares no escuro dando as mãos
tudo que o bolsonarismo especula dá errado deus me livre
Quebra do banco Ueno paralisa comércio no Paraguai oglobo.globo.com/economia/no…
Paris, Texas
Cruzando o mundo a pé - Depois de 28 anos andando pelo mundo ele chegou a duas conclusões.
A primeira: "Conheci 99,9999% do que há de melhor na humanidade", conta Karl Bushby. A segunda: de que foi egoísta deixar o filho de 8 anos.
Em 1998, Bushby partiu do sul do Chile com o objetivo de voltar a pé para casa, na Inglaterra. Ele andou 50 mil quilômetros e passou por quatro continentes.
E teve vários percalços durante a viagem, que deveria durar 12 anos. Foi preso no Panamá por entrar no país sem visto, por exemplo. Em 2006, quase morreu ao atravessar o Estreito de Bering, entre o Alasca e a Rússia.
Daí não conseguia visto para a Rússia e demorou dez anos para atravessar o país. Também passou por dificuldades financeiras, sem contar as restrições por causa da pandemia de covid-19.
"São tantas histórias. Gente que me acolheu em suas casas quando eu estava muito doente e cuidou de mim até que eu me recuperasse. E isso vinha desde os mais pobres dos pobres. Eles viviam em barracos feitos de peças de carro, e ficavam felizes em oferecer uma tigela de arroz e um pouco de água, e conversar com você à beira da estrada ou nos desertos do Peru. Até donos de hotéis, com dinheiro de sobra. Todos só queriam ouvir histórias, sentar e conversar", conta.
28 anos depois, Bushby chegou à cidade natal dele, onde reencontrou a mãe, o filho, agora com 36 anos, e conheceu a neta de 12 anos. Agora, aos 57 anos, ele quer tentar retomar uma "vida normal" na Inglaterra.
Nos últimos 16 anos, Karl teve apoio financeiro e logístico de uma produtora de cinema. E a jornada dele deve virar um documentário, assinado pelo cineasta alemão Werner Herzog.
"Meu conselho para eles [jovens] é: saiam e viajem. É uma das melhores formas de aprendizado que você pode ter. É preciso saber como o resto do mundo vive."
🎥 Deutsche Welle
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#g1mundo #aventura #viagem
aos banco do brasil lovers da pra pegar o dinheiro da conta pelo open finance, conseguir retirar o dinheiro preso lá pelo nubank


















