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Mato Grosso, Brasil
Joined October 2010
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Nessa Barrett mergulha de vez em um universo gótico, sensual e teatral. *Jesus loves a primadonna* transforma relacionamentos tóxicos, obsessão e medo do abandono em um pop sombrio que mistura trip-hop, guitarras grunge e atmosferas cinematográficas. “Moulin Rouge”, “High On Heaven” e “Buffalo 66” são alguns dos grandes momentos. A produção é envolvente e a narrativa tem personalidade, embora a sonoridade fique um pouco uniforme em certos momentos. Um EP que mostra uma Nessa mais segura de sua identidade artística.
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E bora começar o domingão
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FELICIA transforma seu ano de revelação em uma estreia cheia de atitude. POPSTAR aposta em uma mistura de EDM, K-pop e pop de refrões grandiosos, com uma energia feita para as pistas e para alimentar a autoconfiança.
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Entre a estética de diva pop e a vontade de construir uma identidade própria, o álbum é divertido, provocante e direto ao ponto. “Black Widow” funciona como uma conexão com o início dessa trajetória, enquanto faixas como “HULK” e “5 star B!TCH” reforçam sua personalidade.
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Uma estreia que sabe exatamente o tipo de estrela pop que quer apresentar.
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Harry Styles troca parte do pop ensolarado de *Harry’s House* por uma atmosfera noturna, eletrônica e mais experimental. *Kiss All The Time. Disco, Occasionally.* passeia pelo synth-pop, disco, funk e indie, com momentos deliciosamente dançantes como “Aperture”, “Ready, Steady, Go!” e “Dance No More”. Nem todas as faixas têm o mesmo impacto, e algumas escolhas mais contidas quebram um pouco o ritmo, mas a liberdade sonora e a vontade de explorar novos caminhos fazem deste um dos capítulos mais interessantes de sua carreira.
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Madison Beer entrega seu trabalho mais pessoal até aqui, transformando o fim de um relacionamento em um pop que alterna entre vulnerabilidade, sensualidade e euforia. *locket* passeia por baladas melancólicas, R&B noventista e faixas eletrônicas, mostrando mais segurança vocal e emocional. “yes baby”, “bad enough” e “bittersweet” estão entre os destaques. Apesar de algumas escolhas soarem familiares demais, o álbum encontra sua força quando Madison deixa de perseguir tendências e coloca suas próprias contradições no centro.
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Vinte anos depois, *Loose* continua soando como um dos trabalhos mais marcantes da carreira de Nelly Furtado. Esta edição comemorativa vai além da nostalgia: reúne demos inéditas, gravações raras e releituras acústicas de músicas como “Maneater”, “Promiscuous” e “Say It Right”, agora acompanhadas apenas por piano. É uma extensão que acrescenta novas perspectivas ao álbum sem tentar competir com o impacto do original. Uma celebração merecida de uma era pop inesquecível.
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Pabllo Vittar aposta em uma fase mais internacional sem abrir mão de sua identidade. *LOST IN LUST* mergulha no pop eletrônico e nas pistas de dança, explorando inglês e espanhol em uma mistura de referências que combina com sua ambição global. As participações de Villano Antillano, Urias, Mahmood e La Cruz ampliam a personalidade do projeto. É um disco ousado e visualmente muito bem construído, mas algumas faixas parecem passar rápido demais, deixando a sensação de que essa nova fase poderia ir ainda mais longe.
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Mais do que um álbum, *Love & Tears* é parte de um universo audiovisual criado por Surkin e Romain Gavras. A sonoridade eletrônica, experimental e cinematográfica acompanha uma visão distópica sobre tecnologia, religião, política e futuro. As participações de 070 Shake, Yung Lean e Yannis dão personalidade ao projeto. A ambição conceitual é fascinante, embora nem todas as faixas consigam sustentar essa narrativa sozinhas. Um trabalho mais interessante pelo conjunto da experiência do que por suas canções isoladas.
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pequeno dump do sábado a noite
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Quando a Daphne de 'Scooby-Doo' transformou o seu corpo em uma "arma perigosa" e fez história.
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Leandra Leal entregou uma das melhores atuações do cinema nacional em 'O Lobo Atrás da Porta'.
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Hilary Duff encontra um equilíbrio gostoso entre a nostalgia do pop dos anos 2000 e uma sonoridade mais madura. *luck... or something* fala sobre relacionamentos, inseguranças, maternidade e a passagem do tempo com honestidade e leveza. “Roommates” e “Weather For Tennis” são destaques, mas o melhor está na forma como ela transforma experiências cotidianas em canções pop cativantes. Um retorno que não depende apenas da nostalgia para funcionar.
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Tove Lo continua fazendo do caos emocional matéria-prima para o pop dançante. *ESTRUS* equilibra desejo, ciúme, insegurança e vulnerabilidade em uma produção eletrônica intensa, com ótimos momentos como “I’m Your Girl Right?”, “Are We on a Break” e “Des Fleurs”. Algumas faixas passam rápido demais e o disco não foge tanto de sua fórmula, mas quando mistura euforia e angústia, Tove Lo continua muito afiada.
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A versão deluxe funciona como uma extensão divertida de *It’s Not That Deep*, acrescentando oito faixas que reforçam a proposta dançante e provocante do álbum. “Low Rise Jeans”, “Fantasy” e “Joshua Tree” trazem novos temperos ao projeto, com participações que combinam bem com essa fase mais clubber da Demi. Não reinventa o disco, mas amplia sua energia e deixa a experiência ainda mais completa.
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*Flerte* mostra um Xamã mais solar e descontraído, misturando rap, afrobeat, amapiano, dancehall e house. As participações dão variedade e o clima dançante funciona muito bem, mas a segunda metade perde um pouco o fôlego. É um projeto gostoso e versátil, embora pareça mais um EP estendido do que um álbum realmente marcante.
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Budah expande sua sonoridade em *Frequência Lunar*, deixando o R&B em segundo plano para explorar rap, drill, house e pop. Com uma atmosfera noturna, batidas envolventes e participações de peso, o álbum equilibra sensualidade, autoestima e reflexão. “Vampira” e “Salto 15” são destaques de um trabalho ousado que mostra uma artista cada vez mais segura de sua identidade.
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Paris Jackson deixa o folk de lado e abraça o rock alternativo em *Happiest Day of My Life*. Com guitarras mais pesadas, uma atmosfera grunge e letras carregadas de vulnerabilidade, o álbum soa cru e pessoal. “zombies in love” e “stitched (on & on)” são destaques de um trabalho que encontra beleza até nas próprias cicatrizes.
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