
Back-end Developer. Casado com a @carlastumpf. Gremista.
Marau/RS (Localhost)
Joined June 2008
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Jonnas Fonini retweeted
Last week I hosted family for Thanksgiving.
My 12-year-old nephew asked for the WiFi password.
He wanted to play Roblox on his iPad.
I looked at the device.
Unmanaged. No antivirus. No encryption.
I’m an IT Professional. I don't run an open network.
So I didn’t give him the password.
Instead, I spent 45 minutes provisioning a Guest VLAN.
I set up a captive portal.
I throttled the bandwidth down to 56kbps.
Then I blocked all traffic on ports 80 and 443.
He came back crying. He said it wouldn't load.
My sister screamed at me to "just let him play."
I told her that Zero Trust architecture doesn't care about bloodlines.
We didn't have a "fun" Thanksgiving.
But we had a secure perimeter.
You’re welcome for the compliance.
Jonnas Fonini retweeted
O que é um pai depois de perder uma filha? Não sei. Talvez um sobrevivente por engano, um ex-homem. Não há nome, profissão, fé, que aguente esse buraco.
Há dez anos, estavam no campo. Ela aos saltos, ele a rir. A felicidade parecia sólida, definitiva. Era só uma fotografia em movimento, uma cena antes do corte. Agora, ele sobe ao campo sem ela. Treina, comanda, responde a jornalistas. É um homem a conter o caos. Talvez ganhe. Talvez, com os olhos fechados e o estádio em delírio, ele possa senti-la outra vez perto. Como um sussurro, um toque leve no ombro, um amor que nunca saiu do lugar onde foi plantado.
Boa sorte, Luis Enrique! 🇪🇸❤️🩹
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Eu tento explicar pro pessoal que quer programar por que precisa aprender fundamentos, e a melhor explicação que já consegui chegar é:
Todas as coisas na computação são feitas de outras coisas.
Se você não entende os fundamentos, você não percebe isso. Você vive em um mundo de caixas pretas.
Então se tiram uma ferramenta que você aprendeu (por exemplo, se você entra em um projeto que usa um banco de dados diferente daquele que você estudou), você não entende o que tinha por baixo dele e demora pra ser produtivo no projeto novo, porque você sabia as funcionalidades, a superfície do banco de dados - mas não entendia o papel dele, como ele entrava nas interações, a função que ele exercia - do que ele era "feito".
Já se você tiver base, você pode não conhecer o banco de dados "novo" - mas você sabe o objetivo, você entende como ele *pode ou não funcionar*, o que faz sentido e o que não faz.
Como você sabe que o banco de dados, independente de qual ele seja, vai ter que ser *feito de outras coisas*, você consegue raciocinar sobre ele e não só ver ele como uma caixa preta.
À medida que você vai evoluindo, é isso que permite que você compare ferramentas, linguagens, sistemas, entenda prós e contras, saiba onde aplicar cada coisa e até pense em criar coisas novas.
Porque você entende que o mundo não é feito de caixas pretas opacas que você só recebe e coloca no lugar delas. Você pode abrir as caixas e ver o que tem dentro delas, e até fazer suas próprias caixas.
Porque você sabe que todas as coisas são feitas de outras coisas. E saber que as coisas são feitas de outras coisas é o que os anciões chamavam de "pensamento hacker".
Jonnas Fonini retweeted
The new Pope has a degree in mathematics from Villanova University.
This guy doesn’t just understand sin. He understands cos.
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Here’s your periodic reminder that
`usr` in /usr/bin stands for “universal system resources” not “user”, and
`/dev` in `/dev/vdisk0` stands for “device” not “development”
🙌
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De 89 para a história. Do passado, para o futuro 🇪🇪 A nova camisa Tricolor da temporada chega para trazer emoção, orgulho e lembranças de uma Copa Imortal, do Primeiro Campeão. O manto representa o que é ser Grêmio e Mazaropi sabe muito bem disso!
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Primeiro, não ocorreu.
Depois, ocorreu, mas foi só um caminhão.
Agora, ocorreu, mas em apenas seis caminhões.
Em breve, ocorreu - e foi bom!
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Os caras acham que um time de futebol é feito por 22 jogadores e um técnico. "É só ir jogar em outro lugar", como se os funcionários dos clubes não estivessem perdendo casa, família e ajudando nos resgates.
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RT @UmClubeDeFutebol: Nós, do Clube de Futebol E. C., nos solidarizamos com as tragédias que acometem o Estado do RS.
Por isso, oferecemos nossas estruturas para que Grêmio, Internacional e Juventude possam treinar. Ou seja, permitimos que eles usem nossos campos de treino e até mesmo usem os halteres das nossas academias: atividades que vão nos gerar custos de aproximadamente R$ 0,00.
Sobre pedir paralisação do futebol brasileiro? Érrr... Veja bem... Aqui em nosso Estado tem clima pra futebol, sim. A gente se importa, mas não tanto. E, se o futebol parar, teremos um prejuízo grande de receitas e principalmente de calendário. Clubes gaúchos sofrerão com isso, não estamos dispostos a sofrer também. Tudo tem limite! Já fizemos nota oficial e oferecemos nossas gramas pra eles pisarem. Espero que tenha comovido e orgulhado nossa torcida e feito nosso filme institucionalmente.
Força, RS!
Somos todos um só. #ClubeFutebolEC #Solodariedade #SosRioGrandeDoSul #FazOPIX #SejaSócio #ClubesUnidos #PrayForRS #ÉstagiárioaGostaDeHashtag
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IMAGEM | Animação do @CopernicusEU mostra como o delta do Jacuí inundou na Grande Porto Alegre.
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🔴 AGORA | Imagens de satélite de Porto Alegre e região metropolitana antes e depois. Estamos diante de um desastre de proporções que palavras não podem definir.
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Oi, imprensa do centro do país. Olha só... Enfiem o show da Madonna no cu! Obrigado.
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Eis aqui uma linha do tempo longa pra todos nós entendermos a NEGLIGÊNCIA e INOPERÂNCIA da @DefesaCivilRS, do @governo_rs do Rio Grande do Sul.
Construí a partir da linha do tempo do G1 e cruzei com alertas e informes da @metsul, INMET, Cemaden, Defesa Civil e Governo do RS.
🧶
Jonnas Fonini retweeted
JOÃO SEVERIANO
Assim como ocorreu com Airton "Pavilhão", Alcindo "Bugre" e Juarez Teixeira, o "Tanque", ídolos da história do Grêmio, há alguns anos tive a honra de ser recebido por João Severiano em sua casa, no bairro Partenon. Mesma casa onde cresceu e onde morava quando defendia o Grêmio na década de 60, em Porto Alegre.
A ideia era bater um papo para uma matéria em alguma antiga publicação do Grêmio. Acho que para Revista 1903.
Contar um pouco as histórias do passado e conhecer pessoalmente ídolos do meu pai, dos meus tios, sempre foi uma honra muito grande e um prazer pra mim.
Porém, dessa vez a emoção extrapolou.
Em uma de suas respostas, Joãozinho desabafou:
- Logo quando eu comecei no Grêmio, a torcida pegava muito no meu pé, me vaiava a cada jogada errada e isso me deixava chateado. Tinha um jornalista na época que escrevia no Correio do Povo. Assinava como Dom Luis e a coluna dele só era publicada em ocasiões especiais: quando o Grêmio conquistava um título ou quando estava mal e precisava amenizar a crise interna. Após um jogo em que fui vaiado, saiu uma coluna dele no dia seguinte me elogiando, falando das minhas qualidades e pedindo paciência ao torcedor que eu era um jogador promissor. Você não faz ideia de como isso me ajudou. Passei a atuar com mais tranquilidade e, aos poucos, fui ganhando o carinho do torcedor.
Ouvi o depoimento calado e contei:
- O Dom Luis era o meu avô. Sempre gostou muito do senhor. Fico muito feliz em saber dessa história.
Imediatamente, seus olhos se encheram d'água. Ele se aproximou de mim, segurou meu rosto com carinho e perguntou:
- Não acredito que tu és neto do "seu" Adail? Teu avô é responsável direto pelo meu sucesso no Grêmio! - Confessou me dando um afetuoso abraço como se eu fosse um mensageiro do agradecimento.
Tive que controlar as lágrimas.
A partir deste dia, ficamos grandes amigos. Pesquisei a fundo sua história no Grêmio, sua passagem pelo Independente/ARG e sua atuação na política gaúcha.
Cada vez que ele me via, gritava:
- Ó lá o neto do Adail! - E repetia a história para quem tivesse por perto, me enchendo de orgulho.
Na tarde deste sábado, na Arena, confesso que fiquei surpreso com sua presença no gramado após a conquista do Heptacampeonato.
Suas lágrimas genuínas na emoção pelo reconhecimento do Clube ao ser escolhido para entregar a taça ao capitão no pódio tocaram o meu coração.
Se você é um daqueles que perguntou "quem é esse velhinho que tá atrapalhando a foto do troféu?", tem a obrigação de estudar só um pouquinho mais a história do Grêmio.
Que essa homenagem fique para sempre marcada no coração do Pequeno Polegar e que seu sorriso represente todos aqueles que, de alguma forma, honraram as nossas cores.
É o mínimo.
Parabéns ao Tricolor pela iniciativa. – at Porto Alegre, Brazil




























