DEMOCRACIA: Neste domingo, os brasileiros voltaram às urnas para o 2º turno das eleições de 2026.
Em uma virada histórica, após forte mobilização nas ruas e nas redes sociais, Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente da República com mais de 64 milhões de votos.
Além da Presidência, seis estados definiram seus governadores.
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Já leu o último artigo de Ricardo Dias? Entre a previsão de um quarto governo Lula dedicado a conter os estragos de um Congresso ainda mais difícil e o risco de um novo golpe caso Flávio Bolsonaro vença, o autor mistura ironia e crítica política para comentar os acontecimentos da semana. Sobram provocações sobre a extrema direita, a grande imprensa e os escândalos que atravessam a política brasileira.
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As redes sociais mudaram a forma de fazer as campanhas eleitorais. Além de concentrar investimentos crescentes, plataformas como a Meta controlam sistemas de recomendação e moderação que influenciam a circulação de conteúdo político.
Como essas ferramentas afetam a visibilidade dos candidatos e quais riscos isso traz para a igualdade da disputa eleitoral e para a democracia?
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Os debates eleitorais não terminam quando a transmissão acaba. Na era das redes sociais, trechos de falas, respostas e reações dos candidatos continuam circulando, ampliando a repercussão dos encontros e influenciando a percepção pública sobre seu desempenho.
Do primeiro debate presidencial televisionado nos Estados Unidos, em 1960, à circulação de vídeos e publicações nas plataformas digitais, o formato mudou e ganhou novas dimensões na comunicação política.
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O tempo de espera por consultas, exames e procedimentos especializados é um dos principais desafios da saúde pública no Brasil e coloca o SUS no centro do debate eleitoral.
Enquanto o presidente e candidato à reeleição, Lula da Silva (PT), defende ampliar a estrutura pública de atendimento e dar continuidade a programas existentes, o senador Flávio Bolsonaro (PL) propõe ampliar a contratação de hospitais e clínicas privadas pelo SUS, proposta que reacende o debate sobre a privatização da saúde pública e o risco de ampliar a dependência do SUS em relação à rede privada.
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O controle de munições voltou à pauta no contexto das eleições e das discussões sobre segurança pública.
O PL 3.723/2019, que propõe revogar exigências de identificação de munições previstas no Estatuto do Desarmamento, foi aprovado na Câmara e está em tramitação no Senado. As regras em vigor permitem rastrear a origem de munições apreendidas em investigações criminais e identificar possíveis desvios de estoques legais para o mercado ilegal. A revogação dessas exigências pode dificultar esse trabalho de rastreamento e investigação.
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Em live do Centro de Estudos de Economia do IREE, a professora titular da FEA-USP Leda Paulani criticou a falta de debate econômico nesta eleição e classificou a proposta de Flávio Bolsonaro como um liberalismo “absolutamente descabelado, sem fundamento e sem pressupostos minimamente razoáveis”, inspirado no presidente argentino Javier Milei.
A economista também alertou para as ameaças que, em sua avaliação, uma eventual vitória do senador representaria para a democracia e para a continuidade do debate público no país.
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No primeiro turno das eleições gerais de 2026, mais de 33 milhões de pessoas deixaram de votar. O número representa 21,08% do eleitorado brasileiro, o maior índice desde 1998. O resultado reforça uma tendência observada nas últimas eleições: em 2022, a abstenção no primeiro turno foi de 20,95%.
Quem são essas pessoas e o que os dados revelam sobre elas?
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Em tempos que exigem escolhas, a psicanálise também é chamada a tomar posição.
Em seu artigo para o IREE, Bianca Coutinho Dias reflete sobre a responsabilidade ética e política da psicanálise diante do avanço da extrema-direita. A partir de Freud, Lacan e outros pensadores, a autora questiona a neutralidade diante de rupturas democráticas e defende a palavra e o posicionamento público como formas de resistência.
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A Meta, empresa responsável pelo Instagram, Facebook, Threads e WhatsApp, é alvo de questionamentos sobre um tratamento diferenciado dado a conteúdos relacionados às candidaturas de Lula da Silva e Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
As acusações levantam dúvidas sobre os critérios adotados pela empresa e seus possíveis efeitos no debate eleitoral e na democracia.
👇 Siga o fio e entenda o debate.
NÓ 4
A área técnica do TSE desmentiu a acusação ao não encontrar as mensagens alegadas. O corregedor-geral, Ricardo Villas Bôas Cueva, criticou a imposição de restrições sem o crivo do plenário, mas o canal caiu de novo quando Nunes exigiu registro como peça oficial de campanha. Na noite de quarta (14), o “Exército de Lula” foi restabelecido.
NÓ 5
Nas mesmas condições, o canal "Tropa do Flávio" seguiu ativo, espalhando informações distorcidas e disparando conteúdos como o vídeo sobre o ato pró-Lula na Av. Paulista, com uma imagem falsa de uma mulher usando drogas. Pelo visto, inclusive na guerra eleitoral, a verdade também é a primeira a desaparecer.
O Dia dos Professores, celebrado em 15 de outubro, é uma oportunidade para refletir sobre as condições em que o trabalho docente é realizado no Brasil e sobre a importância de garantir segurança, liberdade de ensino e respeito aos profissionais da educação.
Dados sobre agressões, intimidação, perseguição e pressões políticas mostram desafios que fazem parte da realidade de muitos educadores e podem comprometer sua saúde e sua autonomia em sala de aula.
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Os programas econômicos dos candidatos à Presidência da República xitter.cf/i/broadcasts/1dGYlayMy…
🗣️ O que acontece agora?
A aprovação do fim da escala 6×1 no Senado ontem representa um avanço na discussão sobre a jornada de trabalho no Brasil. A PEC 221/2019 prevê a redução progressiva do limite semanal de trabalho, de 44 para 40 horas, sem redução de salário.
A proposta ainda precisa ser promulgada pelo Congresso Nacional e publicada para entrar em vigor. Se isso ocorrer ainda em outubro, a partir de dezembro de 2026, a jornada máxima será reduzida para 42 horas semanais, e os trabalhadores passarão a ter direito a dois dias de folga por semana, preferencialmente aos domingos.
A redução para 40 horas semanais está prevista para 12 meses após a publicação da emenda, no segundo semestre de 2027.
Negar o feminicídio não muda a realidade. Preveni-lo depende de ações coordenadas, políticas públicas efetivas e compromisso com a proteção da vida das mulheres.
O enfrentamento do feminicídio exige identificar situações de risco, ampliar a rede de atendimento, controlar o acesso a armas por agressores e combater discursos misóginos que naturalizam a violência contra as mulheres.
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Outro tema importante em debate nas eleições de 2026 é a política de reajuste do salário mínimo e seus efeitos sobre os rendimentos dos trabalhadores e aposentados.
O presidente e candidato à reeleição, Lula da Silva (PT), defende a continuidade da política de valorização, que combina a reposição da inflação com o crescimento da economia.
Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) defende a correção do salário mínimo pela inflação, sem compromisso com aumento real.
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