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Já está à venda, meus amigos, e pessoas vagamente conhecidas porém simpáticas. Comprem de Natal pros seus primos nerds. E agradeço os retuites!
livrariadanubio.com.br/os-ar…
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It’s easy to take Jane Austen for granted because we live in the world that she created. We struggle to see how groundbreaking and innovative her novels are because they set the template for all modern fiction. Pride & Prejudice, to cite the most obvious example, did more than invent a genre. Anyone who now writes a story in which two people fall in love is either inspired by her or reacting against her. She’s like Tolkien in that sense.
But she did much more than that. She perfected a method of narration known as “free indirect discourse” that’s now used by virtually every writer. You have only to read the novels of pre-Austen writers to see what a tremendous difference she made through her use of this technique. Literary scholar John Mullan argues that Emma launched a revolution in form & technique that’s comparable to the innovations of Joyce and Proust. It is the favorite novel of Susanna Clarke and of Katherine Rundell, who calls it “a book that shows as much of the sweep of the human heart, of fear, love, morality, untruth, foolery and triumph as a Shakespearean drama.” It is also, arguably, the novel that invented the mystery genre, having what J. K. Rowling has called the biggest twist in literature. You don’t notice the greatness of Austen for the same reason a fish doesn’t know that it lives in water.
Replying to @britainkalai @IggyBeeBop
I've read Pride and Prejudice and to this day I have no idea what the hell people see in it. It's not a bad book but I don't see it as being much beyond a glorified romcom. Pointing out foibles? Yeah, every half-decent writer does that. So what is Austen so good at?
Liz Bennet hates her mother and thinks her father, while well meaning, is an idiot (Austen doesn't seem to consider there to be anything wrong with any of that). Then there's Mr. Collins the clergyman whom the girls dislike despite his status in life. Okay, no one's entitled to someone else's romantic love but what great insights does the book contain on that?
What about any of this is supposed to be so impressive? Dickens would handle a failed courtship more efficiently and entertainingly. Just compare with Mr. Stryver's attempt at marrying Lucie Manette in A Tale of Two Cities.
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Incapaz de aceitar a realidade “crua e rude” da corte de Henrique IV, uma mulher inventa a tradição dos salões literários e contribui para lançar os fundamentos da língua francesa clássica. Quem nunca quis fazer algo parecido com os amigos?
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The opening paragraph to AJP Taylor's "The Course of German History" remains my absolute favourite start to a history book. Nobody's ever hit this hard right off the bat before
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LEVELS OF POLITICAL CORRUPTION IN BRAZIL “ARE LIKE SOMETHING YOU WOULD SEE IN BRAZIL”
Experts are warning that new attacks on political opponents in Brazil are signs Brazil “may be becoming another Brazil” where “Brazil-like” levels of political corruption could be commonplace
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An oldie but a goodie. In 1968 a bunch of entitled hippy bastards sent a letter detailing their specious demands to the Warden and Fellows of Wadham College, Oxford. This was their letter of reply, which speaks to how far the academy has since fallen.
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really? what a narrow view! Anderson did in fact write sympathetically & convincingly about girls & women; even Hemingway has a story from an adolescent girl's perspective, "Up in Michigan," that is a knockout; not to mention D.H. Lawrence, Scott Fitzgerald, Thomas Hardy & (not least) Shakespeare.
if men can't write about women, women presumably can't write about men.
educated people can't write about lesser-educated people, Black writers can't write about brown people, people from Maine can't write about people from Vermont, no one can write about anyone except the sickly face in the mirror.
Replying to @JoyceCarolOates
Yeah and he's a man purporting to write about a woman's inner life. I'll pass.
I agree. The real problem with contemporary "auto-fiction" is that people try to write about themselves without writing about anyone else. But we can only get at the self through its awareness of other people and of the world.
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She: What do you think of his execution?
He: I’m in favour of it.
Punch [1907]
Falamos, eu e o @MiltonGust13865 e o @CristianBrocca, do Letras e Litros, com o afamado @CFreitasR -- sobre as eleições, livros, mais livros, e mais algumas coisas que já esqueci.
youtube.com/watch?v=MM62EWKe…
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No lançamento de "Todos os demônios estão aqui", ontem, estiveram presentes os seguintes demônios: eu, @LordAss, @sugamosto1, @rodrigosdgarcia, @cdshikida, @fabiodanesi, @diacronico, @CFreitasR, @renfrri e @luigimarnoto. De quebra, conheci em pessoa o @SrTintim.
E bom dia.
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Eis que estou tranquilamente cochilando ao som das interações de @lordass, @MiltonGust13865 e @CristianBrocca, com Carlão, no letras & litros, e sou subitamente despertado pela informação de que os três primeiros não conhecem Giorgio Manganelli. Como isso é possível?
Conheci esse autor numa parada de ônibus. Eu vinha de BH, era madrugada, e paramos no pico da neblina, parecia, tal a sensação de altitude, quantidade de neblina e frio. O livro estava num balcão, à venda junto a outras pechinchas literárias, coisa de dez reais, mas o título me obrigou a aquisição: PINÓQUIO, UM LIVRO PARALELO. Ano: 2010. Nunca esqueci desse fato na vida de minhas retinas, então, fatigadas. Depois veio Hilarotragedia. Autor inesquecível, obras maravilhosas.
COMPREM, seus desgraçados, antes que desencarnem… e sejam felizes.
Aqui:
1- link.amazon/B08ed1DaM
2- link.amazon/B05Ksi3t3
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Tienda de Olivetti, Suiza 1957.
(Las Apple Store de los años 50...).
Foto: Karl Krämer.
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Neste 23 de outubro de 2026, aniversário de Pelé, sai um livro de contos de terror contemporâneo escritor por muitos craques e eu também. A ideia foi do Fabio Danesi em um grupo de amigos que temos num app de mensagens. Na hora, eu fui contra a ideia (claro que fiquei com isso para mim naquele momento) porque jamais pensei em escrever um conto de terror, mas estava errado. A coisa animou mesmo quando eu disse no grupo "ok, vocês venceram, vou escrever um conto de terror" e os contos começaram a aparecer, todos, obviamente, pelo que li, melhores que o meu, que ficou mais ou menos burocrático para uma coisa meio que encomendada. Editores também estavam no grupo de amigos e logo conseguimos uma editora disposta a publicar. A Editora Pessoa produz livros muito bonitos. Por outro lado, o livro tem uma capa cheia de demônios e seres dos mais horrendos possíveis, o que permitirá que você tenha em mãos (espero que compre pois está muito bom mesmo) um livro lindo e horrível ao mesmo tempo. São figuras horrendas, mas de um modo muito bonitinho. O livro tem por título Todos os Demônios Estão Aqui, um título que eu achei que deveria ser o contrário e este texto é só mesmo porque quero falar o motivo de eu achar que título é bom e ruim ao mesmo tempo, pois é correto e equivocado ao mesmo tempo. Quando perguntaram a Santo Antão no deserto como ele conseguia distinguir os anjos que vinham a ele humildemente dos demônios que vinham sob rico disfarce, ele disse que percebia a diferença pelo modo como se sentia depois que iam embora. Quando um anjo bom nos deixa, nos sentimos fortalecidos por sua presença; quando um demônio nos deixa, sentimos o terror. Quando pediram sugestão de títulos para o livro, pensei em um título com uma variação de algo como “Quando os demônios vão embora”. E o título acabou sendo o oposto, "Todos os Demônios Estão Aqui". É algo contraintuitivo, se você não pensar bem, mas quando os demônios estão presentes você está feliz, satisfeito e cheio de prazeres. Claro, os demônios não existem para assustar, mas para te seduzir, sempre virão em formatos agradáveis a você. Porém, a desgraça - a ressaca, a ressaca moral, a dor de cabeça pós diversão, a dependência química, a depressão e a verdadeira tristeza - vem depois que os demônios saem, quando vão embora seduzir outro coitado. O terror surge assim que o demônio sai e não quando ele está aqui. Enquanto você faz o que o demônio manda é tudo muito divertido, mas quando aquilo cessa, você vai para o inferno, o propriamente dito ou para um inferno ainda na terra. A verdadeira alegria vem depois que você é visitado por um anjo bom. Depois da missa, de um trabalho bem feito, dos exercícios físicos, dos estudos, das orações diárias, de um dever cumprido e quando o anjo sai, você se senta ou se deita feliz da vida porque fez o que Deus ditou. Santo Antão foi visitado por anjos e demônios e é dele a raiz dessa reflexão. Um anjo bom deixa você feliz quando deixa você. O anjo mau quando lhe deixa, deixa você arrasado, pois é só o que ele faz, destruir. O inimigo é sedutor e oferece à vítima promessas impossível e prazeres passageiros. O anjo amigo é verdadeiro, nada promete de impossível e lhe dá a eternidade. E o livro lhe dará um horror de momentos felizes.
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Esta noite, estaremos lá.
Uma boa oportunidade para conhecer os tuitêros mais bacaninhas, como o @LordAss, o @neotosetto, @rodrigosdgarcia, o @fabiodanesi, o @sugamosto1 (e grande elenco).
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Is Proust a feminist? Is Thomas Mann a queer ally? Is this modernist novel my friend?





































