Se alguém ainda não sabia, @renataloprete acaba de demonstrar por que é considerada uma das maiores jornalistas do país.
Em épocas de eleição, sempre cobram isenção de jornalistas, únicos q ñ podem ter preferências políticas (como se fosse possível). Em vez disso, deveríamos cobrar q seguissem nosso código de ética, q prevê respeito aos DH e compromisso com as informações de interesse público.
Vem conhecer o trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde, fundamentais para a atenção básica brasileira.
l1nq.com/VCUeW70
Os riscos do fumo de terceira mão.
(Para quem não conhece a expressão: aspiração das partículas tóxicas da fumaça do tabaco que impregnam móveis, roupas, paredes etc. e fazem mal mesmo depois de muito tempo que o cigarro foi apagado.)
drauziovarella.uol.com.br/co…
"Na publicação, os pesquisadores detalham limitações no estudo e esclarecem que ele não serve para provar eficácia clínica. Eles também mostram que os dados ainda são insuficientes para justificar o uso amplo da terapia" uol.com.br/vivabem/noticias/…
A presença do princípio ativo tirzepatida não garante qualidade, eficácia e segurança das canetas emagrecedoras paraguaias.
drauziovarella.uol.com.br/co…
Mudou a medicina, está mudando a saúde global. As alterações climáticas são hoje uma das principais preocupações em saúde pública.
Replying to @reumalho
Fala tanto disso. Imagina em países onde o calor não é um problema tão comum?!
Mudanças climáticas também mudaram a medicina. Temos que nos adequar.
Mariana Varella retweeted
Justiça permitiu que médicos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre usassem bloqueio hormonal da puberdade em adolescente trans, contrariando resolução do CFM. Que tal entender o que é isso antes de falar besteira? 🧵
Justiça autoriza uso de bloqueadores hormonais em adolescente trans de 13 anos e afasta regra do CFM glo.bo/4403NE9 #g1
Mariana Varella retweeted
Um dos rastreio que provavelmente tem o maior benefício líquido!
Independentemente de quem é seu ou sua parceiro(a).
Heterossexuais raramente se testam pra IST. Muitos consideram que não correm riscos. Qualquer pessoa com vida sexual ativa deve fazer testagem regular pra ISTs.
Replying to @DoutorMaravilha
Outro problema: baixa testagem. Sem rastreio regular, a pessoa pode ficar semanas ou meses transmitindo sem saber. Para quem tem vida sexual ativa, testar não é paranoia: é cuidado.
Mariana Varella retweeted
Replying to @umagestora
Eu explico:
A aplicação da Butantan-DV, vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, foi temporariamente interrompida para investigação após a identificação de três casos graves ocorridos depois da vacinação. Uma pessoa se recuperou após internação e duas morreram.
Até o momento, não sabemos se esses casos foram causados pela vacina. Eles aconteceram depois da aplicação, mas isso não significa necessariamente (e nem provavelmente) que tenham acontecido por causa dela.
Essa distinção é importante. Quando centenas de milhares de pessoas são vacinadas, algumas inevitavelmente apresentarão problemas de saúde nos dias seguintes por coincidência. A proximidade temporal é um motivo para investigar, mas, isoladamente, não demonstra uma relação de causa e efeito.
Ao todo, aproximadamente 501 mil pessoas receberam a Butantan-DV. Os três casos graves correspondem a cerca de 0,0006% dos vacinados — aproximadamente um caso para cada 167 mil pessoas. Mesmo no cenário mais conservador, em que todos fossem realmente causados pela vacina, ainda se trataria de um evento muito raro. Mas ainda não sabemos se existe qualquer relação causal.
Além desses três casos graves, foram identificados 42 casos raros e inesperados com sinais de alerta, o equivalente a aproximadamente 0,008% dos vacinados — cerca de um caso para cada 12 mil pessoas.
A interrupção temporária é um procedimento esperado de farmacovigilância: o monitoramento contínuo da segurança de medicamentos e vacinas depois que começam a ser utilizados em larga escala. Ensaios clínicos permitem avaliar a eficácia e identificar efeitos adversos relativamente frequentes, mas podem não detectar eventos muito raros.
Antes da aprovação, a vacina foi avaliada em um ensaio clínico randomizado com 16.235 participantes: 10.259 receberam a vacina e 5.976 receberam placebo. Após cinco anos de acompanhamento, a vacina reduziu em 65% o risco de dengue sintomática e em 80,5% o risco de dengue grave ou com sinais de alarme. Não ocorreu nenhuma hospitalização por dengue entre os 10.259 vacinados, enquanto ocorreram oito entre os 5.976 participantes que receberam placebo.
A investigação deve ser conduzida com rigor. Não é adequado concluir antecipadamente que a vacina causou os casos. Também não seria adequado ignorar um possível sinal de segurança apenas porque a vacina demonstrou eficácia. A suspensão temporária mostra justamente que a farmacovigilância está funcionando.
Em 2024, o país registrou um total de 5.972 óbitos confirmados por dengue.
Em 2025, foram 1.793 mortes confirmadas pela doença.
Sempre bom lembrar os números das mortes provocadas por doenças quando falamos em eventos adversos causados por vacinas.
Poucos temas em saúde geram tanta desinformação quanto vacinação. Graças ao sucesso do PNI, o movimento antivax no Brasil era bem incipiente, comparado com Europa e EUA. Isso mudou com a pandemia. PNI e o Butantan, alvos de críticas desses grupos, respondem trabalhando com excelência.
Ministério da Saúde anuncia, agora, a descontinuidade temporal do uso da vacina contra a dengue do Butantan, por precaução. Mais de 40 eventos adversos severos e duas mortes estão sendo investigados. Isso reforça a importância da farmacovigilância
Homem com suspeita de ebola foi internado na Hospital Emílio Ribas, em SP. Paciente apresentou sintomas condizentes com a doença após visita à RD Congo. Autoridades sanitárias informam que, independentemente do resultado dos exames, risco de disseminação da doença é mto baixo.
Muita gente não sabe, mas a vacinação contra a gripe em 2026 foi liberada para toda a população a partir de 6 meses de idade.
A Campanha Nacional segue até 30 de maio em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do país
O governo sancionou a lei que oficializa o Estatuto dos Direitos do Paciente, entre eles:
- esclarecer dúvidas sempre q considerar necessário
-ser identificado da forma como prefere ser chamado
-participar das escolhas relacionadas ao próprio cuidado
- desistir de um tratamento
Matéria do jornalista Lucas Marins aqui: drauziovarella.uol.com.br/sa…







