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Lula inspira.

Sao Paulo, Brazil
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A Itaipu Binacional apresentou uma denúncia criminal contra dirigentes do Ueno Bank para tentar recuperar recursos depositados na instituição financeira, que está sob intervenção do Banco Central do Paraguai. A estatal paraguaia mantinha cerca de US$ 163,8 milhões e 115,2 bilhões de guaranis (moeda local) no banco, segundo informações do jornal paraguaio ABC Color. Os valores somam aproximadamente US$ 180 milhões (cerca de R$ 950 milhões) e estavam depositados no Ueno Bank em 3 de novembro, de acordo com comunicado divulgado pela própria Itaipu. A instituição informou que iniciou suas operações com o banco em janeiro de 2025. (Globo)
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Comando Vermelho planejava carreata para comemorar vitória de Flávio Bolsonaro, aponta inteligência da Polícia Militar do Rio! Um relatório do 7º BPM, revelado pela Agência Sportlight, atribuiu à facção a organização de uma carreata marcada para 25 de outubro, às 21h, em São Gonçalo (RJ). O evento, chamado “Carreata do Flávio Bolsonaro – Fora Lula”, seria divulgado como um “rolezinho”, com local de concentração anunciado apenas na hora. A comemoração não aconteceu porque Flávio perdeu a eleição. O caso ganha ainda mais relevância porque o TSE acaba de admitir uma investigação sobre a possível influência de milícias e do Comando Vermelho nas eleições, incluindo suspeitas envolvendo aliados do senador. Procurado pela reportagem, Flávio Bolsonaro não respondeu. Fontes: Agência Sportlight, DCM e UOL.
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OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica. Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país. Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial. O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro. Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” . Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza. Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada. Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil. Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana. Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil? Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina. Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
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Se fosse um governador do PT, sairia na Globo?
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Ontem Lula denunciou uma Propaganda com Fakes News sobre ter 7 milhões de crianças com fome no Brasil. Descobriu-se que se trata de uma suposta Campanha de um Instituto Pacto contra a Fome e foi feita pela Agência Africane, que é cheia de rolo e acusações de distorção.
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As diferenças entre as entrevistas do NYT e da FSP revela bem o fundo do poço em que está a mídia tradicional brasileira.
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Livre negociação com o "generoso patrão".
Funcionária relata demissão por ir ao banheiro sem autorização após esperar por 1h30 em rede atacadista, diz Justiça glo.bo/3UDiyLY #g1
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Como disse o Reinaldo Azevedo: a Faria Lima perdeu a eleição, então começou um movimento de terceiro turno para OBRIGAR Lula a seguir sua agenda. Essa agenda foi DERROTADA NAS URNAS. Não podemos engolir essa conversa mole de "ajuste fiscal".
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Espero que os órgãos publicos do nordeste, não continuem sustentando essa corja de malandros.
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A Globo perguntou pros parceiros em Angola quem eles queriam representando a empresa e fiquei muito surpreso em descobrir que sou tão querido por lá. Botei a Globo num bucado de compromisso que eu não tinha nenhuma autoridade pra fazer e voltei cheio de planos com os primos, yá!
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O pessoal fala muito do Janones (com justiça), mas precisamos também agradecer aos idiotas úteis, lacaios do bolsonarismo, que entregaram de bandeja o imbecil do Flavio para ser exposto como bandido covarde que é pelos maiores veículos da imprensa norte-americana. Obrigado.
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Galera, outra dúvida aqui. Se eu enfiar um quipá e uma gopro na testa, eu posso sair invadindo qualquer povoado no mundo que nada me acontece? Inclusive atacando a população local? No Brasil tá liberado, é isso?
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O veio da Havan foi um dos grandes incentivadores de investimentos no Paraguai. Vários acreditaram e colocaram seu dinheiro lá. Mas no Paraguai não existe Havan. Malandro é malandro e mané é mané.
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Estou acionando as autoridades e cobrando medidas urgentes sobre o caso de assédio sexual cometido por um turista israelense contra uma brasileira em Salvador. Conforme a denúncia da vítima, um turista israelense a assediou, ofendeu, perseguiu e ameaçou após ela rejeitar seus avanços quando ela estava saindo de um atendimento hospitalar na região da Barra. Há indícios, também, de que o turista está hospedado na mesma região em que a vítima mora. Tudo isso cria uma situação de gravíssimo risco para a integridade e a vida desta mulher e de outras mulheres na Bahia. É público que grande parte dos turistas israelenses que estão tirando férias no Brasil, principalmente na Bahia, são militares ou ex-militares, e eles estão chegando aqui após o exército israelense perpetrar verdadeiros crimes contra a humanidade, nos quais a completa desumanização das vítimas não apenas é comum, como é um comportamento estimulado e defendido pelo estado de Israel. E, conforme amplamente noticiado, soldados de Israel já utilizaram o estup*o como forma de entretenimento e tortura contra vítimas palestinas e, posteriormente, foram inocentados pelas autoridades israelenses. Não podemos permitir que soldados de outro país cheguem ao nosso país e, com proteção de uma nação estrangeira e suas autoridades, façam o que bem entenderem em nosso território, aterrorizem mulheres brasileiras e as coloquem em risco. Por isso, como presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara dos Deputados estou em contato com a vítima e oficiando a Secretaria de Segurança Pública da Bahia pedindo providências urgentes para a sua proteção e a responsabilização do agressor, e também a criação de um canal específico de denúncias sobre casos de assédio cometidos por turistas estrangeiros. Também estou solicitando ao Itamaraty que avalie as medidas cabíveis frente ao acúmulo de casos de horrores cometidos por soldados israelenses na Bahia. Inclusive, a proibição de entrada de soldados de toda e qualquer nação estrangeira que seja acusada por órgãos internacionais de crimes de guerra, incluindo Israel.
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🚨 URGENTE: NORDESTINOS! Depois da campanha de boicote aos sertanejos no Nordeste, ANA CASTELA resolveu provocar: passou a seguir toda a família Bolsonaro nas redes sociais. Pelo visto, o boicote virou combustível para a provocação! 😂
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🚨 URGENTE: NORDESTINOS! Após campanha de boicote a sertanejos no Nordeste, ANA CASTELA passou a seguir toda a família Bolsonaro nas redes sociais, em aparente deboche aos nordestinos. Nordestinos, não esqueçam!
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Rapaz! Relatório de inteligência da Polícia Militar do Rio aponta que o Comando Vermelho organizaria uma carreata em São Gonçalo para comemorar a vitória de Flávio Bolsonaro nas eleições de 2026. diariodocentrodomundo.com.br…
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