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pra mim, todo mundo que de alguma forma não se posicionou nessas eleições se tornou totalmente desinteressante... eu vejo os posts e fico ah tá, bj
hoje a atendente do oxxo disse q o unico dia q me viu sorrindo foi na vitoria do lula n sei se foi um elogio isso
Hj a pessoa que controla a radio da wework com ctz é bem gay, tocou slayyyter, kim petras, gaga e agr ta tocando o confessions 2
Presidente ead presidente fantasma presidente home office presidente virtual presidente de imaginação presidente metafísico presidente em outro multiverso presidente holográfico presidente de Schrödinger
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desculpa .@flaviobolsonaro mas acho que essa presidência não é sua
Que coisa mais bizarra que acabei de ler eu to sem palavras com tamanha loucura
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Espero que Flávio não tenha sua prisão decretada, pois todo esse teatro é para construir uma narrativa! Ao contrário de quando perderam em 2022, agora eles não estão conseguindo se manter unidos e nem mobilizados após a derrota. Minhas análise das redes deles nas primeiras 48 horas depois do resultado das eleições comprovam isso.
A direita ressurgirá com força nos próximos 4 anos, ocupando o lugar da extrema direita e, com isso, eles serão definitivamente varridos do Brasil!
A única coisa que pode mudar isso é um fato que consiga uni-los novamente, algo pintado como uma injustiça e que mantenha viva a figura do inimigo em comum. A única coisa no momento que tem esse potencial é um mandado de prisão contra Flávio. Se isso não acontecer, a narrativa se perde: “fugiu” ? “Do que”?
Claro que eles ainda manteriam a narrativa mesmo sem o mandado, porém ficará só no campo da teoria da conspiração, uma vez que nenhuma ordem de prisão terá sido emitida. O “inimigo a ser combatido” deixa de existir, a gente não dá mais palco pra ele, elegemos novos adversários, eles caem no ostracismo, pra sempre !
prende elas tbm
Flávio Bolsonaro tem duas filhas, de 14 e 12 anos.
Há apenas 72 horas, essas meninas viviam momentos de enorme expectativa, diante da possibilidade de ver o pai eleito presidente da República. Uma mudança que transformaria ainda mais suas vidas, já tão agitadas pela exposição política da família desde que eram pequenas.
Mas tudo aconteceu de maneira diferente. O pai perdeu a eleição e, de repente, elas se viram embarcando em um avião para Foz do Iguaçu.
Sem tempo para se despedir dos amigos, dos vizinhos, dos familiares ou da vida que conheciam, atravessaram a pé, durante a madrugada, uma estrada escura na região da fronteira, como personagens de um filme de terror, até chegar a outro país.
Depois de uma madrugada e uma manhã de enorme tensão, embarcaram novamente, agora rumo a um destino no exterior, possivelmente sem compreender completamente o que estava acontecendo.
Não tiveram sequer tempo para assimilar o resultado de uma eleição que imaginavam terminar com a consagração do pai e que acabou se transformando em uma fuga diante da possibilidade de prisão.
Na tentativa de escapar das consequências de seus próprios atos, Flávio expôs as filhas adolescentes a uma experiência traumática, cujas marcas podem acompanhá-las por muito tempo.
Neste momento, metade do Brasil se solidariza com ele, enquanto a outra metade ri, comemora e debocha.
Mas, no meio de toda essa disputa política, existem duas meninas que não escolheram nada disso e que podem carregar para sempre as consequências das decisões dos adultos.
É impossível não pensar nelas.




















