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Depois desse caso, parei pra ver a série 'Malabi Express', que popularizou a Bahia como destino pra quem termina o serviço militar em Israel.
É basicamente um soft porn que retrata a Bahia como destino sexual. As mulheres se oferecem de fio dental e as imagens fazem o Pânico na TV parecer Malhação.
Não é por acaso que eles enxergam a Bahia como destino sexual onde tudo é permitido. Venderam essa imagem na TV israelense.
Uma parte da série é em hebraico e não tá traduzida. Aparentemente, pouquíssimos brasileiros deram atenção. Tá no YouTube pra quem quiser ver, traduzir, clipar etc. Acho importante aumentar a visibilidade dessa história e dessa série.
A situação só vai melhorar quando as redes sociais criarem um incidente diplomático que faça a sociedade israelense enxergar que o Brasil tá revoltado com a imagem projetada pela série.
Nosso país tem a reputação de um Golden Retriever e pouco histórico de antissemitismo. Israel nunca teve uma reputação tão ruim, por bons motivos.
Não vejo outra solução que não passe pelo Brasil criando uma polêmica de escala internacional para proteger a Bahia.
A situação dos israelenses na Bahia tá ficando surreal. Esse relato é de Carolina Carvalho, uma amiga que estudou comigo no colégio e foi assediada hoje na Barra.
Pra quem não sabe, uma série de sucesso em Israel popularizou a Bahia como destino pra quem termina o serviço militar. Desde a guerra, esse pessoal chega aqui completamente surtado e incapaz de respeitar muitos direitos brasileiros.
Especialmente na região de Itacaré e Morro de São Paulo, muitos protegem os turistas com a desculpa de que eles trazem dinheiro.
O caso da minha amiga é mais um dentre muitos relatados nos últimos anos.
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🇧🇷 Brasil: 8º economia do mundo
🇵🇾 Paraguai: 95º economia do mundo
bolsonaristas:
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não dou um ano para eles dizerem que itacare foi prometida a eles já 10 mil anos
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esqueço de responder os outros no zap e quando vejo já passou 3 meses
tem que banir filhos das putas de israel
Estou acionando as autoridades e cobrando medidas urgentes sobre o caso de assédio sexual cometido por um turista israelense contra uma brasileira em Salvador.
Conforme a denúncia da vítima, um turista israelense a assediou, ofendeu, perseguiu e ameaçou após ela rejeitar seus avanços quando ela estava saindo de um atendimento hospitalar na região da Barra. Há indícios, também, de que o turista está hospedado na mesma região em que a vítima mora.
Tudo isso cria uma situação de gravíssimo risco para a integridade e a vida desta mulher e de outras mulheres na Bahia.
É público que grande parte dos turistas israelenses que estão tirando férias no Brasil, principalmente na Bahia, são militares ou ex-militares, e eles estão chegando aqui após o exército israelense perpetrar verdadeiros crimes contra a humanidade, nos quais a completa desumanização das vítimas não apenas é comum, como é um comportamento estimulado e defendido pelo estado de Israel.
E, conforme amplamente noticiado, soldados de Israel já utilizaram o estup*o como forma de entretenimento e tortura contra vítimas palestinas e, posteriormente, foram inocentados pelas autoridades israelenses.
Não podemos permitir que soldados de outro país cheguem ao nosso país e, com proteção de uma nação estrangeira e suas autoridades, façam o que bem entenderem em nosso território, aterrorizem mulheres brasileiras e as coloquem em risco.
Por isso, como presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara dos Deputados estou em contato com a vítima e oficiando a Secretaria de Segurança Pública da Bahia pedindo providências urgentes para a sua proteção e a responsabilização do agressor, e também a criação de um canal específico de denúncias sobre casos de assédio cometidos por turistas estrangeiros.
Também estou solicitando ao Itamaraty que avalie as medidas cabíveis frente ao acúmulo de casos de horrores cometidos por soldados israelenses na Bahia. Inclusive, a proibição de entrada de soldados de toda e qualquer nação estrangeira que seja acusada por órgãos internacionais de crimes de guerra, incluindo Israel.
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Estou acionando as autoridades e cobrando medidas urgentes sobre o caso de assédio sexual cometido por um turista israelense contra uma brasileira em Salvador.
Conforme a denúncia da vítima, um turista israelense a assediou, ofendeu, perseguiu e ameaçou após ela rejeitar seus avanços quando ela estava saindo de um atendimento hospitalar na região da Barra. Há indícios, também, de que o turista está hospedado na mesma região em que a vítima mora.
Tudo isso cria uma situação de gravíssimo risco para a integridade e a vida desta mulher e de outras mulheres na Bahia.
É público que grande parte dos turistas israelenses que estão tirando férias no Brasil, principalmente na Bahia, são militares ou ex-militares, e eles estão chegando aqui após o exército israelense perpetrar verdadeiros crimes contra a humanidade, nos quais a completa desumanização das vítimas não apenas é comum, como é um comportamento estimulado e defendido pelo estado de Israel.
E, conforme amplamente noticiado, soldados de Israel já utilizaram o estup*o como forma de entretenimento e tortura contra vítimas palestinas e, posteriormente, foram inocentados pelas autoridades israelenses.
Não podemos permitir que soldados de outro país cheguem ao nosso país e, com proteção de uma nação estrangeira e suas autoridades, façam o que bem entenderem em nosso território, aterrorizem mulheres brasileiras e as coloquem em risco.
Por isso, como presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara dos Deputados estou em contato com a vítima e oficiando a Secretaria de Segurança Pública da Bahia pedindo providências urgentes para a sua proteção e a responsabilização do agressor, e também a criação de um canal específico de denúncias sobre casos de assédio cometidos por turistas estrangeiros.
Também estou solicitando ao Itamaraty que avalie as medidas cabíveis frente ao acúmulo de casos de horrores cometidos por soldados israelenses na Bahia. Inclusive, a proibição de entrada de soldados de toda e qualquer nação estrangeira que seja acusada por órgãos internacionais de crimes de guerra, incluindo Israel.
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A quem interessa o silêncio sobre a situação no litoral da Bahia?
Faz dias que a população da cidade de Itacaré e do distrito de Morro de São Paulo, na Bahia, vem denunciando ações de pessoas vindas de Israel, tais como vandalismo, assédio e até mesmo agressões. Os relatos de moradores já chegaram à imprensa. Mas por qual motivo essas denúncias ainda têm tão pouco espaço nos grandes canais de notícias?
Em Itacaré, um dos episódios que ganharam repercussão envolve um mural em solidariedade ao povo palestino. Segundo a reportagem do Brasil de Fato, moradores se mobilizaram para proteger o mural após a tentativa de vandalismo atribuída a um grupo de turistas israelenses. O episódio levanta uma questão que merece acompanhamento da imprensa e uma resposta das autoridades. Que providências foram tomadas para ouvir os moradores e apurar as denúncias?
Inclusive, cabe questionar a Prefeitura de Itacaré sobre seu papel na construção de moradias para essas pessoas. A prefeitura está mobilizando essa construção? Se está, com quais recursos e em benefício de quem? A população tem o direito de saber o que a cidade ganha com a iniciativa e o que a prefeitura tem feito para proteger sua população e seu patrimônio.
Itacaré e Morro de São Paulo pertencem à Bahia, e a Bahia pertence aos brasileiros. Não iremos tolerar a colonização em nossas terras e muito menos que nos façam de quintal. Quem vive e trabalha no litoral da Bahia tem o direito de ser ouvido e de saber o que aconteceu depois que as denúncias ganharam as manchetes.
E novamente questionamos: A QUEM INTERESSA O SILÊNCIO SOBRE A SITUAÇÃO NO LITORAL DA BAHIA?
A BAHIA É DOS BRASILEIROS, #ItacareDosBrasileiros e #MorroDeSãoPauloDosBrasileiros
aqui o projeto pra acabar com a bizarrice inexplicável
🚨 APRESENTEI UM PROJETO DE LEI PARA QUE A HORA DO ALMOÇO CONTE COMO HORA TRABALHADA!
Hoje, quem trabalha 8 horas por dia geralmente precisa dedicar 9 horas da sua vida ao emprego. Isso porque a hora do almoço não é contabilizada na jornada de trabalho.
Mas essa hora não é um tempo plenamente livre. O trabalhador não escolhe quando vai almoçar e, muitas vezes, não consegue voltar para casa, buscar os filhos na escola ou resolver questões pessoais. Precisa organizar sua vida de acordo com os horários definidos pela empresa.
Meu projeto muda essa realidade: quem cumpre uma jornada de 8 horas poderá trabalhar 7 horas e ter 1 hora de almoço, sem redução salarial e mantendo o direito ao descanso.
Afinal, a pausa para alimentação também beneficia as empresas, que precisam de trabalhadores descansados e atentos.
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Pior que os paraguaios tem todo o direito de odiarem a gente. Pra além da Guerra do Paraguai, a gente abrigou e protegeu o Stroessner, um dos maiores filhos da puta do século XX. O verme morreu numa mansão de boa em Brasília, enquanto o Brasil negou todos os pedidos de extradição
Já passou a eleição, já tá legal de puxa saco dizendo que Lula é um velhinho bonzinho que só toma essas medidas mais austeras pq tá cercado de liberal como o Haddad ou o Durigan
Tá na hora de COBRAR o presidente que a gente elegeu pra ele não afundar a própria popularidade
Governo Lula estuda mudar arcabouço para reduzir limite de gastos após frustração de receitas
www1.folha.uol.com.br/mercad…
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Os sionistas da Bahia estão ameaçando os moradores de itacaré com armas isso é um absurdo como meros "turistas" estão entrando em no nosso país armados? @ItamaratyGovBr exigimos resposta
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A Câmara dos Deputados abriu uma enquete pública sobre o PL 1424/2026, que propõe uma definição de antissemitismo que abre margem para confundir críticas ao Estado de Israel e ao sionismo com preconceito contra o povo judeu.
É inadmissível que, em um país profundamente marcado pela escravidão e que ainda enfrenta o racismo diariamente, parlamentares apresentem um projeto que pode ser utilizado para silenciar denúncias do genocídio do povo palestino.
Somos contra o antissemitismo, mas não podemos aceitar que o combate ao preconceito seja instrumentalizado para blindar o Estado de Israel de críticas às suas violações de direitos humanos.
Antissionismo é uma posição política e não constitui, por si só, discriminação religiosa ou étnica.
A participação popular é fundamental nesse debate! Mais de 80% dos participantes da enquete já manifestaram discordância total do projeto. Acesse a consulta pública, conheça a proposta e registre sua posição.
Não ao PL 1424/2026!
camara.leg.br/enquetes/26123…
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🇫🇷 Liberté, Égalité, Solidarité.
Découvrez notre nouvelle affiche de campagne !
Ce n’est pas une nouvelle devise, c’est notre slogan, et il dit tout de notre programme qui sort aujourd’hui en librairie.
La solidarité est au cœur de notre campagne. Ensemble, construisons une société de l’entraide plutôt que celle de la compétition généralisée et du chacun pour soi !
(Pour les curieux, c'est Gergovie en fond)






























