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Engenheiro, profissional de finanças e comunicação. Espaço para opiniões diversas. Conteúdo profissional no LinkedIn.

São Paulo, SP
Joined October 2009
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The 14 countries weren’t handpicked. They’re every country with comparable data that overtook Brazil. The global baseline tells the same story. Real GDP per capita grew 40% in Brazil vs 67% worldwide in 2002-2025. Brazil fell below the world average in 2016.
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In 2002, Brazil had a higher GDP per capita than these 14 countries. By 2025, every one had overtaken it. The cost of slow growth compounds.
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Editoriais de 4 dos maiores jornais do Brasil acusam Flávio Dino de fazer uso político da Justiça. Três escancaram a intenção: eleger Lula. Estadão: Dino atua para reeleger Lula estadao.com.br/opiniao/dino-… O Globo: Dino faz uso político da Justiça oglobo.globo.com/opiniao/edi… Gazeta do Povo: Para ajudar Lula, Dino age como juiz político e valida “fake news” gazetadopovo.com.br/opiniao/… Folha de S. Paulo: Flávio Dino abusa da toga para reeleger Lula www1.folha.uol.com.br/opinia…
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A UCLA neuroscientist discovered that two words reduce emotional pain as effectively as Paracetamol. Not metaphorically. The same brain regions that process physical pain process emotional pain. And two words activate the same relief pathway. (Read once till end 🪡)
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🔑These are the things that actually make you feel wealthy: 1. Peace at home 2. Living 10 minutes from work 3. Living 5 minutes from the gym 4. Drinking coffee without rushing 5. Sleeping with a clear conscience 6. Laughing with people who truly get you 7. Traveling every year 8. Waking up naturally without an alarm 9. Enjoying a home-cooked meal with loved ones 10. Finding joy in simple daily routines 11. Having a pet that greets you happily at the door What would you add?
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A luta dos inconfidentes ainda não acabou. Liberdade ainda que tardia! 🔺🙌
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Cancer is cured by AI. GitLab founder Sid Sijbrandij was diagnosed with stage 4 spinal cancer. Every trial rejected him. His doctors had nothing left to offer. So he stopped being a patient. He built an AI research team. Fed them 25TB of his own medical data genomics, scans, treatment history, everything. The system found a treatment his entire oncology team had missed. Then engineered 19 custom vaccines from his own DNA. Relapse-free since 2025. Then he uploaded the entire blueprint. Free. For every person sitting in that same room, hearing the same verdict, with nobody left to call. Medicine runs on averages. AI runs on you.
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Gilmar Mendes tem duas táticas que ainda funcionam com parte da imprensa: - Comparar com a caricatura que ele próprio fez da Lava Jato qualquer avanço de investigação que atinja seus aliados políticos e a cúpula do Poder Judiciário, como a Lava Jato atingiu (levando o ministro a mudar de posição em 2017 e a retaliar a força-tarefa que antes ele exaltava); - Limpar o Centrão do STF na sujeira do bolsonarismo, pintando seus membros como salvadores da “democracia”, ou seja, como heróis do combate aos reacionários aloprados que tramaram golpe de Estado, e/ou envenenamento e assassinato de autoridades, e/ou que invadiram e depredaram os prédios dos Três Poderes (a despeito do fato objetivo, documentado, testemunhado, e reconhecido até pelo PGR, de que não houve golpe porque os comandantes da Aeronáutica e do Exército não aderiram). Com ambas as táticas, ele aciona em diversos comunicadores, para além de seus porta-vozes tradicionais, o pavor - seja por lulismo, antidireitismo ou fontismo (o velho compadrio com a fonte, refletido em matéria chapa-branca) - de serem vistos como defensores do “lavajatismo” e do “Estado policialesco”, ou da “extrema-direita” e do “fascismo”, caso apontem qualquer problema nas condutas individuais de atuais ocupantes de cargos no Supremo. A enorme quantidade de concessões (ou “disclaimers”) que esses comunicadores se sentem impelidos a fazer, sem falar no cúmulo da publicação de matéria contrária a impeachment por “impopularidade”, ilustra o sucesso parcial das táticas gilmaristas, em meio à revelação do caminho do dinheiro entre “empresários” do Master e da J&F, por exemplo, e as famílias de ministros do STF, em períodos próximos a decisões de interesse dessas empresas na Corte, o que eventualmente compromete o pressuposto democrático da imparcialidade da Justiça. Como o próprio Gilmar definiu em plenário, “Estado Democrático de Direito é aquele em que não há soberanos, em que todos estão submetidos à lei”, o que não existe de modo pleno num Estado onde ministros da Suprema Corte impedem soberanamente o avanço de investigações sobre si próprios, seus pares e outros amigos, com retaliações via inquérito das “fake” news ou manobras de conveniência cada vez mais explícitas, como atropelar a relatoria alheia ressuscitando ação enterrada há três anos e interferir até na forma de votação de requerimentos em comissão parlamentar de inquérito, para anular quebras de sigilo. A caricatura da Lava Jato e a defesa de uma democracia de fachada se tornaram os últimos recursos retóricos do sistema na busca de legitimidade para a sua enésima operação-abafa, com fins de blindagem e impunidade providenciais. O sistema vem precisando desesperadamente de fantasmas a serem acionados a qualquer perigo de gol contra sua casta. O único problema de acionar sempre os mesmos fantasmas é que, com o tempo, eles vão assustando cada vez menos pessoas, e mesmo os comunicadores e demais cidadãos que jamais reconhecerão o quanto se deixaram enganar começam a perceber a natureza dos truques. Dessa vez, para incômodo do Centrão do STF, há outra parte da imprensa disposta a ir até o fim, mesmo que a delação de Daniel Vorcaro não vá.
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Computer science will stop being taught as a useful craft; it has become an explanation of how the world works, like physics, biology and chemistry. This change is long overdue.
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Faculdade de Direito da USP sediará ato crítico ao STF nesta 2ª feira, às 17h. Ato terá leitura de manifesto “Ninguém acima da Lei” e pede o “saneamento institucional e ético do Judiciário”. poder360.com.br/poder-justic… via @Poder360
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🧐 Dez juízes e um segredo Demétrio Magnoli, Folha de S. Paulo (21/02/2026) A prioridade do STF era, até há pouco, sentenciar os conspiradores bolsonaristas da tentativa de golpe de Estado. Agora, mudou. Os dez juízes consagram-se à missão de preservar um segredo: a natureza exata das relações de dois deles, Toffoli e Alexandre de Moraes, com os negócios do Banco Master. O espetáculo que encenam já tem dois atos e ainda não se encerrou. Não é o mar, mas o pânico, que te afoga. Dois atos, dois erros cometidos na correnteza do desespero. Primeiro ato: uma reunião sigilosa iluminada por uma gravação clandestina. Segundo ato: uma investigação truculenta agregada ao inquérito arbitrário das fake news. O espectro do conflito de interesses não poupa ninguém: desce sobre o conjunto do tribunal. No ato inicial, Fachin promoveu uma reunião secreta para enterrar o segredo em cova profunda. O plano estava crivado de ilegalidades. Os indícios de conflito de interesses de Toffoli oferecidos pela PF solicitavam deliberação pública, não um conluio à sombra da noite. A solução do afastamento do relator acompanhado por nota oficial de rejeição da suspeita configurou um acordo de fidalgos destinado a proteger o juiz da imperiosa investigação. Da gravação clandestina, uma casual mas justa punição dos dez atores da farsa, emergiu a imagem sem retoques de um STF agonizante. "Meu time é o STF futebol clube" –a frase de Dino, síntese do espírito do conchavo, merece moldura. Os ministros de capa preta protagonizaram uma orgia corporativista. Disseram aos cidadãos que o time deles não é a justiça, a lei ou as instituições, mas os interesses pessoais de cada um deles. Fachin e Cármen Lúcia, a dupla que insistiu no exílio do relator, converteram-se em sócios da trama de acobertamento. Nunca nade contra uma corrente forte. Moraes desafia a regra no segundo ato, transformando seu inquérito de exceção original em passaporte para uma viagem sem volta pelo labirinto da ilegalidade. Os suspeitos de acessos imotivados a dados fiscais não têm prerrogativa de foro, mas são investigados no STF. O caso novo foi apropriado pelo relator de um inquérito infindável sem objeto definido, circundando o cânone do sorteio. Um segredo judicial seletivo abre caminho à divulgação das identidades dos acusados. A crua intimidação substitui o devido processo legal. O segredo precisa persistir. A doutrina do STF reza que os juízes de capa preta estão acima da "lei das gentes" –e o camarada Paulo Gonet, PGR, concorda. A trama dos dez contamina a praça da política. Lula, padrinho da indicação de Toffoli, tenta livrar-se da associação histórica que respinga sobre sua candidatura. A PF não enfrentaria a ira do tribunal sem o amparo do Planalto. Os pilares da aliança entre o Executivo e o STF sofrem rachaduras: o presidente é um "ingrato", na palavra utilizada longe dos microfones por alguns juízes. O contorcionismo público dos supremos aristocratas resgatou de um gueto murado a candidatura do 01, conferindo verossimilança às narrativas extremistas. Flávio Bolsonaro era uma quase garantia do triunfo de Lula. Toffoli e Moraes, com o auxílio dos oito colegas, produziram o cenário de uma disputa competitiva. Depois de ajudar a barrar golpismo, o "STF futebol clube" converte-se, involuntariamente, em cabo eleitoral da extrema direita. Carnaval, fantasias, alegorias.
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Redistribuição sem declaração de suspeição ou impedimento foi a chicana do STF para dar “saída honrosa” a Toffoli, sem anular seus atos. Acordão veio no colégio de líderes do partido Supremo, que sentiu a pressão da sociedade. Ela precisa ser mantida agora, para impedir blindagem do ministro contra investigação e que o novo relator também blinde a casta pluripartidária da República do Escambo. O ápice do corporativismo e da hipocrisia é a expressão de “apoio pessoal” a Toffoli, presente na nota dos coleguinhas - alguns dos quais atacam sem qualquer pudor procuradores e juízes de primeira e segunda instâncias que nunca faturaram um centavo sequer com a família de investigados.
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Com a decisão de livrar Toffoli da suspeição e protegê-lo de qualquer investigação, a suspeição não é mais do Toffoli, a suspeição é do STF; o escândalo não é mais só do Master, o escândalo é do STF com Master
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A "Caixa de Pandora" foi aberta, e a reação foi imediata: mais sigilo. O Tribunal de Contas da União (TCU), através do ministro Jhonatan de Jesus, tomou uma medida inédita e alarmante: retirou o acesso automático do Banco Central (BC) aos autos do processo que investiga o rombo bilionário do Banco Master. A decisão acontece logo após a Polícia Federal ter acesso ao celular de Daniel Vorcaro, dono do banco. Segundo o Poder360, o conteúdo das mensagens cita o presidente Lula em um contexto que pode contrariar as versões oficiais do Planalto sobre o distanciamento do governo com o banqueiro. O BC, que é parte interessada e responsável pela fiscalização, agora precisa "pedir permissão" para ver documentos de um processo que deveria ser transparente. Leia mais: cnnbrasil.com.br/blogs/laris…
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Toffoli sai da relatoria, mas crise do STF continua; assista #WW
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O momento é extremamente oportuno para uma manifestação com pauta concreta, única e apartidária: impeachment do ministro Tayaya. Pode ser o movimento que gerou as mega manifestações de 2014, que resultou no impeachment da Dilma. O momento é parecido. Muda o personagem apenas.
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imprensa e PF fazendo todo o dever de casa enquanto o paulo gonet finge demência.
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vamos relembrar agora a história recente do país: Toffoli anulou multas BILIONÁRIAS e enterrou o maior escândalo de corrupção da história do país, pq havia mensagens de whatsapp entre o juiz e o promotor do caso hoje descobrimos que o mesmo toffoli possui EXTENSA troca de mensagens não com o promotor ou advogado, mas com O PRÓPRIO INVESTIGADO que deveria julgar no brasil o mundo não gira, ele capota
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Juiz troçar zap com investigado pode. Não pode é com o promotor.
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Em 2023, ao lado do ditador responsável por essas prisões políticas, o atual presidente do Brasil disse isso 👇🏻
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