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Luis Inácio: o boca de bueiro
Já tivemos o saudoso Gregório de Mattos, que era conhecido pelo apelido carinhoso de Boca do Inferno, por suas críticas ácidas aos governantes de sua época. Hoje, temos o privilégio de ter a sua versão analfabeta: Boca de Bueiro.
O presidente atual do Brasil já é um senhor de idade e, como todo velho, já perdeu qualquer tipo de filtro social nas falas. Mas será mesmo que é só pela idade mesmo as bizarrices proferidas pelo mandatário brasileiro?
Decidi fazer, nesse fim de campanha do primeiro turno, um compilado de frases pouco ‘inteligentes’, grosserias gratuitas e canalhice intrínseca de um comunista:
🤖 Made with AI
Lembrando que o Presidente Jair Messias Bolsonaro deixou a transposição do Rio São Francisco em PERFEITAS condições.
Foi entregue a obra com extrema qualidade
População forma filas para comprar água após ameaças de facção contra comerciantes locais no interior do Ceará glo.bo/36bmya2
Que maravilha!
Excelente trabalho no interior do Maranhão, perto de Codó
Os artistas brasileiros sempre pensando nos mais pobres
Com a careca lustrada
E o bitcoin na Binance!
Renato Money Moicano na área para enfrentar Ton Nolan logo mais no #UFCVegas123!
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Animality
Por algum motivo que não me lembro agora, veio-me à cabeça uma nostalgia daqueles filmes de comédia com bichos como personagens principais; será que não vende mais ou simplesmente foi um delírio coletivo da década de 90?
Não estou falando das animações da Pixar ou Disney, falo de bicho solto nível Baby: um porquinho atrapalhado; Stuart Little; Free Willy. Juro que não me lembro se eram divertidos aquelas tosqueiras ou só nostalgia besta.
Outra coisa relacionada com esses filmes muito interessantes: o filme Mad Max II só foi possível pelo sucesso que foi o ‘Baby, um porquinho atrapalhado’. George Miller agradece todos os dias a esse porco safado.
Tenho certeza que foram os arrombados dos ‘ecochatos’ que encheram o saco para proibirem filmes com animais de verdade.























