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Chevy Chase, MD
Joined August 2012
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Falei aqui que zero chance do Lula embarcar nessa aventura. Vamos é ter mais do mesmo: fiscal deficitário, juros altos, crescimento medíocre. O risco mesmo é a reação a uma provável período de crescimento baixo/recessivo por parte de Lula. Devemos lembrar que tudo que a Dilma 1 fez que nos levou a crise da Dilma 2 foi devido a inesperada queda de crescimento em 2011/2012. O que fará Lula em situação semelhante?
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India did pro-capitalist reforms and immediately became richer than sub-Saharan Africa, which they were poorer than until the early 2000s. It's insane how good capitalism is.
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It is time for Brazil to try socialism (Vietnam style socialism). Time to reduce social spending and public pensions by 80% - just like in the Socialist Republic of Vietnam. $EWZ $EWZS
É um país com uma carga tributária quase metade do Brasil e uma poupança interna que é quase o dobro.
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Engraçado que ALR não discute este exemplo prático do que ele está advogando.
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O @fernandoschuler desmonta a fantasia de que Lula, depois de reeleito, se transformará espontaneamente em um presidente reformista. Guilherme Boulos afirmou que o “tesouraço foi derrotado nas urnas” e que o ajuste fiscal não pertence à agenda vencedora. Nesse ponto, ele é transparente: o governo não prometeu reformas estruturais, redução de privilégios nem responsabilidade fiscal. Esperar agora um “Lula reformador” é confundir desejo com realidade. O problema é que eleições não revogam a matemática. A Instituição Fiscal Independente projeta déficit potencial de R$ 145 bilhões em 2027 e calcula que estabilizar a dívida poderá exigir superávit de até 2,1% do PIB — um ajuste superior a R$ 400 bilhões. A sociedade pode rejeitar o ajuste nas urnas, mas não pode escolher as consequências: inflação, impostos, juros elevados, desvalorização da moeda, recessão e deterioração dos serviços públicos. Há ainda um efeito político e moral que não pode ser ignorado. O sentimento de “Quem é John Galt?”, de A Revolta de Atlas, começa a alcançar a parcela produtiva da sociedade que se sente permanentemente punida por trabalhar, empreender, investir e sustentar um Estado caro e ineficiente. Quase metade dos eleitores rejeitou esse projeto e não parece disposta a continuar facilitando a vida de Boulos e de uma política que trata responsabilidade fiscal como crueldade, enquanto protege privilégios, desperdícios e estruturas improdutivas. A democracia permite escolher governos, mas não garante a cooperação ilimitada de quem produz. Quando o Estado transforma o empreendedor em suspeito, o mérito em privilégio e o gasto sem controle em virtude, surge a resistência silenciosa: menos investimentos, menos contratações, fuga de capital, informalidade e desistência. Quem produz pode até ser derrotado nas urnas, mas não pode ser obrigado a produzir indefinidamente para financiar a irresponsabilidade de quem governa. Quem é John Galt? Talvez estejamos prestes a descobrir. Jonas Federighi
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Fascism is when you love your foid
So Anakin became evil because he: - loved his mother - loved his girlfriend - Had strong pattern recognition - Was exceptionally skilled and capable - Wanted more out of life, but was held back by the Jedi for "reasons" Lol. Long live the Empire
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1 ano atrás IBOV estava em 150k. Hoje, 168 mil. O que está melhor pra justificar esse nível? Estruturalmente, tudo piorou. Espectativa também piorou. Pra mim tá caro. Não se ancore nos 210k, aquilo foi ilusão.
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Este homem vai fazer o Bitcoin chegar a R$ 5.000.000,00
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LONG LIVE THE EMPIRE
Liberals & Boomers may be confused about what has been happening on social media over the last few days. Allow me to explain: For the last 20+ years you have refused to give young white men a hero through the media companies you dominate - so they adopted one of your villains.
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AnakinCore keeps hitting
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This is what they stole from us
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Eu posso explicar economicamente porque a taxa de juros é tão alta no Brasil, mas me permitam fazer uma explicação de economia política melhor ainda. O Brasil surgiu como uma empreitada colonial escravocrata. Em plantations, custo unitário do trabalho é o que determina a competitividade ainda que o custo de maquinário e bois seja relevante. Quando o Brasil começou a ser pressionado para parar de importar escravos, a solução foi importar mão de obra europeia. Só que começamos a nos industrializar em 1870, começamos a ter conflitos políticos urbanos na mesma década e isso se arrastou, de uma forma ou de outra, até 1930, quando tivemos a revolução oligárquica de 1930. Porque sim, 1930 foi briga de oligarquia com oligarquia. Entre 1870 e 1930 a gente passou de um modelo em que poucos brancos simplesmente sifonavam de uma forma ou de outra o fruto do trabalho de negros e indígenas escravizados para um modelo em que uma elite branca tinha que manter algum tipo de política de segurança pública que mantivesse trabalhadores livres brancos, que conseguiam alguma coisa aqui e ali, e trabalhadores livres negros quietos enquanto exploravam seu trabalho. Para resolver isso, Vargas criou o modelo de cidadania regulada em que só era cidadão quem tinha carteira de trabalho, leia-se, trabalhadores brancos urbanos. Aqui entra Wanderley Guilherme dos Santos, especialmente em Cidadania e justiça (1979) e Razões da desordem (1993). O problema brasileiro é que tivemos que enfrentar quase simultaneamente três conflitos que, nas democracias europeias, foram administrados ao longo de períodos muito maiores: integração nacional, participação política e redistribuição. A industrialização produziu novas classes, organizações e demandas antes que tivéssemos instituições suficientemente consolidadas para mediar seus conflitos. Vargas respondeu incorporando parte dos trabalhadores à ordem política por meio de direitos sociais vinculados às profissões reconhecidas pelo Estado, ao mesmo tempo que submetia os sindicatos à tutela estatal. A legislação não excluía formalmente os negros, mas, numa sociedade que havia abolido a escravidão sem integrar economicamente os libertos, a exigência de inserção ocupacional reconhecida reproduzia desigualdades raciais profundas. Trabalhadores rurais, domésticos e informais continuaram excluídos de boa parte da proteção social. A solução foi, portanto, incorporar sem universalizar, redistribuir sem alterar substancialmente a estrutura de propriedade e organizar o conflito social sem permitir que ele se manifestasse autonomamente. Em Razões da desordem, Santos (1993) vai além: a expansão da participação e das demandas sociais ocorreu mais rapidamente do que a institucionalização dos mecanismos capazes de processá-las. Construímos um Estado que legisla e regula muito, mas cuja autoridade não alcança parcelas consideráveis da sociedade. E isso era fundamental para o modelo desenvolvimentista porque esse mecanismo de exclusão e disciplina permitia que o país sustentasse uma economia fechada para sustentar a classe média branca sem competição e transferisse montanhas e mais montanhas de recursos para estatais e indústrias ineficientes. O resultado é aquilo que ele chama de um híbrido institucional: uma poliarquia moderna, com eleições competitivas, organizações representativas e legislação abundante, convivendo com um «hobbesianismo social» marcado pela desconfiança, pela baixa adesão às regras coletivas e pela prevalência de interesses particularistas. A Constituição de 1988 rompeu com parte importante da cidadania regulada ao universalizar direitos, mas não eliminou as desigualdades econômicas e a fragmentação social herdadas desse processo. Em particular, o problema é que a gente incluiu os outsiders, mas não eliminamos o fechamento comercial, a política industrial e o uso do orçamento público para sustentar as elites predatórias e extrativistas. FHC começou a resolver isso com privatizações, eliminação de barreiras comerciais, criação do aparato de políticas sociais e, especialmente, resolvendo a inflação ao mesmo tempo que aumentou a carga tributária. Lula I continuou esse processo, com um enfoque mais social. Isso impediu o conflito porque tornou a alocação mais eficiente. Lula II só empurrou o conflito com crescimento, ele colocou muito fermento no bolo e impediu que as elites e os mais pobres entrassem em conflito aberto. O problema é que Dilma I entrou na pira de que esse modelo de solução era neoliberal e precisávamos de uma guinada desenvolvimentista. Resultado? Ela implodiu a economia brasileira tentando resgatar as benesses das elites. Dilma II foi uma tentativa desesperada de correção de rota que não deu certo. Temer foi uma mistura de tecnocratas tentando impedir o colapso e o Centrão rapinando tudo que encontrava pela frente e, por fim, Bolsonaro foi um ajuste pró-elite até o STF avisar a ele que ele tava com a corda no pescoço depois da brincadeira do 7 de setembro e ele entregou tudo pro Centrão pra se salvar. Lula III foi inconsistente, de um lado tínhamos Haddad, Marina e Tebet tentando resolver o problema da forma correta. Do outro tínhamos Gleisi, Rui, Marinho, Lupi, et caterva brincando de Dilma III. Ou seja, conseguimos adiar o problema, mas a conta chegou. Hoje ou resolvemos o problema fiscal, punindo as elites parasitárias, com cortes previdenciários no topo, supersalários, abrindo a economia, matando a NIB, resolvendo inconsistências do Plano Safra, ajustando o BPC e políticas aos mais idosos... ou vamos tirar dos mais pobres, seja via cortes de gastos sociais, seja via inflação. Como, em geral, escolhemos não enfrentar o problema distributivo nacional, gastamos mais do que crescemos de forma ineficiente. Isso joga os juros pra cima.
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Gente, Lula não vai fazer nada disso. Ele conviveu com juros altos na boa, reclama mas nunca fez nada. Ele sabe que juros altos são consequência do resto e se mexer ai vem inflação que derruba governos. Nisso Lula é muito mais inteligente do que ALR e boa parte da esquerda.
Em 1986 o Lara Resende ajudou a desenhar o Cruzado, que congelou preço, salário e câmbio. As reservas evaporaram e em fevereiro de 1987 veio a moratória. 40 anos depois, a ideia é congelar o preço do dinheiro. Selic presa numa banda de 3% a 5,5% pra sempre, com o IPCA em 4,57%. Juro real entre -1,5% e +0,9%, por decreto de conselho. A tese de que o juro alto causa o rombo, MMT com sotaque carioca, já foi testada na Turquia. Cortaram de 19% pra 8,5%, a inflação passou de 85% e as reservas líquidas foram pro pior número da série. O plano brasileiro também prevê queimar reservas pra segurar o câmbio, US$ 350 bilhões. A lira saiu de 8,8 pra 30 por dólar. Na régua turca, o dólar vai de R$ 5 pra R$ 17. Pra quem já está dolarizado, é o melhor plano econômico desde o Real.
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Dito isso: 1. Não haverá base no congresso pra acabar com supersalarios e penduricalhos 2. Se não otimizar gastos de verdade, nada adiantará 3. Só o que o governo tá torrando em juros, anula qualquer mini ajuste fiscal
Isto é, não haverá ajuste fiscal algum.
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Lula não fará ajuste fiscal - Lula está cercado de gente que ele gosta e confia dizendo para não fazer ajuste - economia - ⁠Há a interpretação de que ele venceu porque foi contra o ajuste prometido por Flavio - política - ⁠O PL não é o PSDB: não vai aprovar nada que facilite
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É muito importante que todos entendam que sem um ajuste fiscal crível, vamos ter uma crise econômica e financeira. Isso independe da vontade das ruas ou do presidente; é um dado da realidade, a não ser, claro, que todos os muito nobres militantes contra "a austeridade fiscal" comprem títulos da dívida pública muito acima do preço de mercado; seriam necessários aí uns 100 bilhões de reais para fazer algum efeito. Não, não será como Dilma II porque não será tão rápido, será, por outro lado, doloroso porque mais duro e a reação eleitoral em 2030 vai fazer Bolsonaro em 2018 parecer um democrata educado.
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Há todo um terraplanismo estatístico sobre projeções econômicas baseado neste artigo da UOL que um estudante de primeiro ano de estatística derrubaria em cinco minutos.
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Esta é a diferença básica entre a esquerda e a Direita. Concorda?
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O petismo criou uma mitologia alegando que tudo estava bem em 2014 e que a Dilma, do nada e sem razão, fez um brutal ajuste fiscal que levou a uma desnecessária recessão. Esse mito vai levar Lula 4, por medo de não repetir o suposto erro da Dilma 2, a não fazer nada demais na questão fiscal, nos condenando a continuar a ser os campeões do mundo em taxa de juros e estagnação do crescimento econômico.
Desnecessário lembrar que a Dilma foi eleita com discurso forte à esquerda contra o programa neoliberal do Aécio, vencendo só por 2% de vantagem, e aí cometeu estelionato eleitoral entregando austeridade e o resultado foi crise e impeachment... Desnecessário lembrar disso, né gt?
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